Arquivo de Junho de 2009
História Militar Terrestre Webmaster em 30 Jun 2009
Expedição Roosevelt Rondon
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Por Cel Hiram Reis e Silva, 25 de Maio de 2009
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| Falar de Rondon é abusar dos adjetivos, é falar no superlativo. Encontramos na obra do Major Amílcar Botelho de Magalhães Júnior relatos dos bravos que compunham a Comissão Rondon. Apresentamos ao leitor brasileiro a vivência contagiante de brasilidade de um ícone tão magnífico que a própria história resolveu materializar sua grandeza emprestando seu nome a um estado brasileiro - Rondônia. Este artigo mostra, através de pequenos episódios, sua conduta profissional irretocável que marcou definitivamente a memória do, seu companheiro de viagem, presidente Roosevelt. |
| - A Comissão |
| “O Governo Brasileiro, atendendo aos desejos manifestados pelo notável e saudoso estadista da América do Norte, organizou uma comissão brasileira para o acompanhar na arrojada travessia do sertão de nossa Pátria e escolheu para chefiar essa comissão ‘the right man to the right place’ - o então Coronel Rondon. À larga visão de um jovem estadista - o Sr. Lauro Mül!er - ministro das Relações Exteriores nessa época, devem-se os extraordinários benefícios que advieram para o nosso País, com a acolhida de tal iniciativa, não só pelo reconhecimento geográfico de uma região até aí desconhecida e pelos estudos de História Natural realizados na zona percorrida, como também pelo valor da propaganda do Brasil no estrangeiro, especialmente na América do Norte, através do livro que Roosevelt publicou sob o título ‘Through the Brasilian Wilderness’, livro que ele foi escrevendo no decorrer da própria expedição. |
| (…) Logo que Lauro Müller transmitiu o convite a Rondon, este acedeu imediatamente ao apelo do Governo, ponderando em todo caso que estaria pronto ao desempenho da comissão certo de que ‘não se tratava de um mero passeio de sport, mais ou menos perigoso, mas que o Governo ligaria aos intuitos de uma travessia pelo sertão, objetivos científicos de utilidade para nossa Pátria’. Isto indica o ponto de vista elevado em que Rondon se colocava, ao mesmo tempo em que evidencia estar ele a par do que se passava no mundo, não obstante viver na floresta anos seguidos! (O Escritório Central tem sempre a incumbência de lhe transmitir por telegrama o resumo dos principais acontecimentos dentro e fora do País, telegramas a que alguns telegrafistas chamavam - o jornal de Rondon”. (Magalhães) |
| - A Expedição Roosevelt-Rondon |
| “Ficou assentado que a expedição Roosevelt estudaria a fauna daquela região e dela forneceria exemplares ao American Museum of Natural History de New York. particularmente interessado em coleções provindas das regiões divisoras das bacias do Amazonas e do Paraguai. As bagagens da expedição foram, assim, rotuladas com os dizeres: ‘Colonel Roosevelt’s South American Expedition for the American Museum of Natural History’. |
| Completariam a expedição dois naturalistas, Cherrie e Leo E. Miller, veteranos das florestas tropicais; o secretário de Roosevelt, Frank Hasper; Jacob Sigg - que acumularia as funções de cozinheiro, enfermeiro e assistente de Father Zahm; Anthony Fiala, antigo explorador dos pólos. Seria este chefe do equipamento que deveria conter, especialmente, tudo o que pudesse defender os expedicionários de insetos e répteis, além de 90 latas de alimento concentrado, cada uma com ração para cinco homens, em um dia, reações compostas e acondicionadas pelo próprio Fiala. O filho do Sr. Roosevelt, o Sr. Kermit, reunir-se-ia à expedição, no Sul do Brasil, onde se achava havia alguns meses”. (Viveiros) |
| - A crueldade da vida dos trópicos |
| “Entrávamos agora no teatro dos trabalhos por nós iniciados em 1907, tendo-se já descoberto a maior parte desse sertão - ligado por meio das linhas telegráficas, a Santo Antônio do Madeira e a Cuiabá, portanto ao Rio de Janeiro - sertão já estudado e cartografado. A Comissão criada pelo Presidente Afonso Pena abrira à civilização, havia cinco anos, esse sertão que desde 1890 vinha eu percorrendo e estudando à custa de sofrimentos incríveis, suportados com a resignação de quem se consagrou a um ideal, vendo morrer companheiros, amigos devotados, de polinevrite, febres e disenteria, flechados pelos Índios, devorados pelas piranhas, exaustos de cansaço, eu próprio quase perdendo a vida em diversas ocasiões, inclusive a percorrer mais de 3.000 quilômetros, para atingir o Madeira, com 40° de febre. |
| Diria o Sr. Roosevelt, mais tarde, depois de atravessar a região: ‘é incrível a quantidade de insetos - que mordem, picam, devoram, depositam bernes, causam sofrimentos atrozes; vai além do que se possa imaginar. O patético mito da benfazeja natureza não pode ser aplicado à crueldade da vida dos trópicos”. (Viveiros) |
| - O head-ball |
| “Notava ele, com vivo interesse, os objetos de uso dos índios, os tecidos feitos pelas mulheres, os costumes - as mulheres sempre ativas, ocupando-se dos filhos com infinita paciência, carregando-os em faixas largas a tiracolo, inseparáveis de seus fusos que faziam rodopiar desde que tivessem as duas mãos livres, ainda que fosse por um instante, uma para suspender o fio, a outra para fazer girar o irrequieto aparelho. |
| Teve o Sr. Roosevelt ocasião de assistir a interessante esporte dos parecis - a que chamou head-ball (izigunati, ou matianá-ariti). Uma bola de borracha leve, por eles mesmos fabricada, era jogada com a cabeça, em destros movimentos de pescoço, sem que fosse tocada com mãos ou pés. Era difícil decidir o que mais admirar - se a destreza e força das cabeçadas, se a habilidade com que a bola era aparada. Referindo-se a esse esporte, em seu livro ‘Through the Brazilian Wilderness’, confirmou o Sr. Roosevelt a opinião que expendi em 1911 de que era instituição autóctone sobre a qual nunca lera nem ouvira contar nada que permitisse supor ser praticada por qualquer outro povo do mundo”. (Viveiros) |
| - O assassinato do Sargento Paixão |
| “Além da grave afecção palustre que acometeu RooseveIt, cuja vida esteve em sério perigo; além da redução que sofreram as rações normais dos expedicionários; além do trágico naufrágio de uma canoa, do qual salvou-se milagrosamente o destemido Kermit Roosevelt e de que resultou o desaparecimento de um dos canoeiros da expedição; um trágico acontecimento teve por teatro às margens do rio Roosevelt. Roosevelt narra-o com escrupulosa exatidão, transcrevendo em seu livro citado o documento que os expedicionários todos firmaram em testemunho da verdade. Vamos referi-lo sumariamente, para depois comentar a diversidade dos pontos de vista norte-americano e brasileiro na maneira de encarar os fatos. Na travessia de uma serra que tomou o nome do morto, foi assassinado traiçoeiramente por um dos soldados canoeiros o Sargento Paixão, belo tipo de negro, cujas tradições honrosas ao serviço da Comissão Rondon e da pacificação dos silvícolas, angariaram-lhe sempre a simpatia de seu chefe. |
| Passava-se a carga de montante para jusante da cachoeira e o Sargento Paixão dirigia o pessoal. Cumpridor de seus deveres e das ordens que recebia e que fazia cumprir sem tergiversações, impedira que o soldado subtraísse alimento em conservas. O soldado que era um tipo covarde e perverso, iludindo a vigilância do sargento, apossou-se de uma carabina Winchester carregada, ocultando-se atrás de uma grande árvore no pique do varadouro. Aí aguardou a passagem do sargento e desfechou-lhe um tiro de bala á queima-roupa, matando-o quase instantaneamente. Ouvindo o estampido, correram os expedicionários a verificar do que se tratava e já foram encontrar o sargento nos últimos arquejos da morte. Seguindo a pista do criminoso, floresta dentro, encontrou-se caída ao solo a carabina de que se servira, ao pé de um tronco, onde uma escoriação da casca parecia revelar que o assassino abalara em uma corrida louca, como que perseguido e chicoteado pelo remorso atroz, esbarrando ali com a arma, que lhe escapara das mãos… No desespero da fuga, prosseguira em carreira desordenada, para não perder tempo em apanhar a arma, como se sentisse já quase a estrangula-lo a mão da Justiça!… Não foi possível alcançar o criminoso e voltaram os expedicionários ao acampamento, sob a triste impressão do lamentável acontecimento”. (Magalhães) |
| - Uma Valquíria Brasileira |
| “Curioso episódio também foi observado em relação a mulher de um dos soldados regionais do destacamento que acompanhou Roosevelt, desde Tapirapoan (rio Sepetuba) ás margens do rio da Dúvida. Grávida já de nove meses, essa mulher acompanhou a pé todas as marchas da expedição, por terra, o que era motivo para admiração geral. Aconselhada em Tapirapoan a alojar-se ali para seguir depois de dar a luz, recusou-se peremptoriamente e declarou que estava acostumada a andar no sertão nesse estado de gravidez, sem se cansar. A convicção de suas afirmativas, levou o comandante do destacamento à tolerância de a deixar seguir, embora contra o voto do médico. Pois bem, essa mulher extraordinária, não só marchou diariamente 4 a 5 léguas a pé, como também só interrompeu a marcha um dia (24 horas) para dar a luz. Ao dia seguinte do parto prosseguia a marcha a pé carregando o filho ao colo”. (Magalhães) |
| “Às 11 horas, o Dunstan, onde viajava a Comissão Americana, levantava âncora rumo ao oceano… ainda o acompanhamos por algum tempo, a bordo do aviso Cidade de Manaus. Afinal, por entre as névoas da saudade, que já envolvia nossos corações, lançamos, ao espaço, as últimas despedidas, erguendo vivas ao Chefe da Expedição Americana e à grande República que tinha a glória de o ter por filho. |
| Às 23 horas voltava eu, no Cidade de Manaus, à Capital do Amazonas de onde segui pelo Madeira acima, e, depois, pelo Jamari, de onde demandaria a estação de Barão de Melgaço, a fim de continuar os meus trabalhos de construção da Linha Telegráfica de Cuiabá ao Madeira. |
| Escreveu o Sr. Roosevelt o volumoso livro ‘Through the Brazilian Wilderness’, descrição de sua viagem. Foi esse livro traduzido, tendo eu pedido prévia autorização à Viúva. Essa delicadeza muito a sensibilizou e a autorização veio assinada, não só por ela, como por todos os filhos e pelo editor. |
| Quando o Sr. Roosevelt foi à Europa, para fazer conferências sobre sua excursão, fui eu também convidado. Nessa ocasião, disse um português, a propósito do rio da Dúvida, que os portugueses já lhe conheciam a barra, ao que retrucou o Sr. Roosevelt: |
| - Só a barra era conhecida, isto é, alguns poucos quilômetros dos seus 1500 quilômetros de curso”. (Viveiros) |
| Fontes: MAGALHÃES, Major Amílcar Botelho de – Impressões da Comissão Rondon – Brasil, Rio de Janeiro,1921 – Editora Brasiliana. VIVEIROS, Esther de – Rondon conta sua vida - Brasil, Rio de Janeiro,1958 – Livraria São José. |
| Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB) Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS) Telefone:- (51) 3331 6265 |
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Galeria de Notáveis & CPOR/RJ & Blajberg Webmaster em 30 Jun 2009
Entrevista Dr Israel Klabin - Programa de Historia Oral do Exercito
| Em seu escritório em meio a Mata Atlântica de São Conrado, Israel Klabin recebe a equipe do Programa de História Oral do Exército. Assim como tantos universitários de sua geração, envergou com orgulho a farda verde-oliva. Era um rapaz de 18 anos, pouco mais magro que hoje, ao se tornar aluno do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva.
O tradicional CPOR estava aquartelado junto a Quinta da Boa Vista, onde hoje funciona o Museu Militar Conde de Linhares, em belo edifício neoclássico construído pelo Marechal Rondon. Em 1948 recebeu em solene formatura a sua espada, ao ser declarado Aspirante da Reserva, a qual acaba de dar em doação ao Museu do R/2, situado no atual quartel na Avenida Brasil, em Bonsucesso. |
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| Pelo corredor estreito e acolhedor por onde se adentra o atual Museu, passaram tantos brasileiros dos mais ilustres, até Presidentes da República, incontáveis Ministros, Desembargadores, Cientistas, profissionais liberais, professores, industriais, artistas, políticos, enfim toda a variada gama que compõe o espectro social brasileiro esteve representada naqueles jovens alunos, que com o coração pleno de esperança, um dia tiveram o privilégio de ser um aluno do CPOR.
Alguns destes antigos e proeminentes alunos vem dando depoimentos que irão compor uma coleção de livros historiando a contribuição do CPOR para a Sociedade Brasileira. Klabin recebe cordialmente a equipe de entrevistadores, recordando com alegria aqueles anos inesquecíveis, quando num distante 15 dez 1946 foi incorporado as fileiras do CPOR. Muita camaradagem, alegria, ensinamentos preciosos, a disciplina militar, a opção pela Arma de Cavalaria, influenciado pelos ensinamentos paternos sobre a importância do trabalho da terra, o valor do cavalo na vida rural, assim como pelo esporte de pólo, praticado por ele e seus irmãos. A vida militar foi como uma continuidade da sólida formação que recebeu dos pais Wolff e Rosa Klabin. Recorda com saudade os treinamentos de cargas de cavalaria no Campo de São Cristóvão, não sem algumas quedas acidentais, longas marchas a cavalo, embarcando nos vagões da Central bem cedinho, estender a corda-tronco para a cavalhada, os banhos de salmoura que ele como jovem aluno dava para refrescar o costado dos cavalos cansados, e seu companheiro de alojamento, aquele que viria a ser o grande escritor Jose Rubens da Fonseca. Na época cursava a tradicional Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil, no Largo de São Francisco, quando teve oportunidade de participar de reuniões com colegas correligionários, numa época logo após o Holocausto quando foi fundado o Estado de Israel. Alguns destes colegas participaram da criação do Kibutz Bror Chail, até hoje conhecido como o kibutz dos brasileiros. |
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| O martelo utilizado por Oswaldo Aranha na sessão da ONU que decretou a Partilha da Palestina foi presenteado a sua família, e posteriormente doado ao Kibutz, onde se encontra em exposição.
É visível a satisfação do Dr. Klabin ao recordar aqueles tempos, o amor ao Brasil, uma escola de civismo, lição patriótica da maior importância, crença no seu pais, atitudes éticas. Dr Israel sempre levou uma vida acadêmica, realizou o Doutorado na França, trabalhando depois na Comissão Mista Brasil-EUA, onde foi um dos criadores da SUDENE. A maioria das pessoas conhece mais a sua trajetória empresarial e política, na IKPC e como Prefeito do Rio (1979/80), ele que assumiu uma empresa de 25 mil funcionários aos 30 anos, com a morte prematura do pai. Com a empresa caminhando para a profissionalização, Dr Klabin reassumiu a vida acadêmica em 1988, mantendo-se apenas no Conselho de Administração. É um lutador pela causa da sustentabilidade do planeta, como Presidente da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável, que congrega 25 das mais importantes empresas brasileiras. Viaja muito para proferir conferencias pelo Brasil, Estados Unidos, Israel e outros paises, alertando sobre os perigos que ameaçam a sobrevivência da espécie humana sobre a face da terra, a capacidade de absorver os impactos sobre o meio ambiente praticamente esgotada. Dr Klabin aproveita para lembrar a importância do emprego das tropas militares na preservação da Amazônia, assunto que tem tratado com o Ministro da Defesa. Vai terminando a bela manha ensolarada de véspera de um inverno carioca que se aproxima. O tronco calcinado da escultura do genial Franz Krajcberg, sob a luz natural que banha a sala de reunião, nos alerta da importância da luta pelo meio ambiente. O Projeto de Historia Oral dos Antigos Alunos do CPOR certamente ficará enriquecido pelo depoimento de um dos mais ilustres alunos que passaram pela Casa de Correia Lima, o capitão que assim como Klabin também era um sonhador, e criou em 1927 o CPOR, tornando-se “o nosso fundador, patrono e guia”, nos versos da canção da unidade. Assim, a História faz justiça a eles, e a tantos outros que passaram por um quartel do CPOR, trabalhando com muito entusiasmo por um nobre objetivo: dar ao País o vigor da sua juventude, e prosseguir na vida com firme determinação, cada qual na sua área, trilhando o caminho do desenvolvimento do Brasil. |
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Galeria de Notáveis & Mergulhão & CPOR/RJ Webmaster em 30 Jun 2009
Renato Aragão no Projeto de História Oral do Exército
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| Dando continuidade a série de entrevistas e depoimentos para o Projeto de História Oral do Exército nos Órgãos de Formação da Reserva, foi a vez do Tenente R/2 de Infantaria Antonio Renato Aragão, conhecido comediante e produtor que encanta crianças e adultos há mais de três gerações, sendo inclusive embaixador da UNICEF. |
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| Renato Aragão esteve no CPOR do Rio de Janeiro na segunda-feira, dia 1º de junho, sendo recebido pelo Comandante, Cel Juliano Bruno de Almeida Cardoso e pelo Presidente do CNOR, Tenente Sérgio Pinto Monteiro. |
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| Inicialmente foi ao auditório onde o Corpo de Alunos, Instrutores e Monitores, fizeram-lhe uma singela homenagem e ofereceram uma lembrança ao visitante. Também o Presidente do CNOR fez sua saudação e ofereceu ao Ten Aragão uma foto emoldurada do tempo em que o ilustre visitante era Aspirante (1955). |
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| Inicialmente foi ao auditório onde o Corpo de Alunos, Instrutores e Monitores, fizeram-lhe uma singela homenagem e ofereceram uma lembrança ao visitante. Também o Presidente do CNOR fez sua saudação e ofereceu ao Ten Aragão uma foto emoldurada do tempo em que o ilustre visitante era Aspirante (1955). |
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| Depois, acompanhado pelos Coronéis Sergio Stanisck Reis e Sinésio Ramos Martins, foi para o Gabinete de Comandante onde respondeu a uma série de perguntas por quase duas horas. |
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| Falou sobre sua vida, passagem pelo CPOR de Fortaleza, que hoje não existe mais (é um NPOR), emocionou-se e emocionou a todos a contar sobre a miséria da seca no nordeste que o levou a criar o SOS Nordeste, hoje Criança Esperança (leia Mamãe! Lá no céu tem pão? E morreu…) e manifestou tristeza pelo Exército abandonar seus R/2 após o serviço militar. Sentiu falta de atualizações doutrinárias. Comentou que no seu tempo, 1955, usava, por exemplo, o Mosquetão Mauser de 1908 e não conhece nem saberia operar um Fuzil automático FAL, hoje já obsoleto com 43 anos de uso em nosso Exército. |
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| O tomo (volume I da coleção de livros do Projeto) para o qual o Renato Aragão deu seu importante depoimento, junto com outras personalidades como o ex-craque do Flamengo Evaristo de Morais, médicos, juízes e um sem número de empresários conhecidos, está quase no final. |
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| Os gestores do Projeto tentam terminá-lo a tempo de fazerem seu lançamento oficial durante o 11º ENOREX (Encontro Nacional de Oficiais R/2) que ocorrerá em Brasília de 13 a 17 de outubro deste ano. |
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Mergulhão, 2º Ten R/2 Art CPOR/RJ tu 65
Presidente da Associação dos Oficiais da Reserva do Exército - RJ - AORE/RJ Vice-Presidente do Conselho Nacional dos Oficiais da Reserva - CNOR Grão Mestre Mor da Ordem dos Cavaleiros do Esquadrão Ten Vaz - OCETV |
Geral & Comunicado Webmaster em 28 Jun 2009
Blog da ABORE
Seja bem-vindo ao seu Blog!
Em breve serão divulgadas as regras gerais de utilização, os Blogueiros convidados para esta primeira etapa e os temas básicos com os quais iniciaremos as atividades.
A intenção é criar mais um espaço interativo para que os associados possam transmitir, tomar conhecimento e debater temas de relevância para os Oficiais R/2 do Exército Brasileiro.
Por favor, aguarde pelas novidades e nos envie sugestões.
Cordialmente,
Presidente da ABORE










