Arquivo de Julho de 2009
História Militar Terrestre & MMDC Webmaster em 25 Jul 2009
Convite - Inauguração de Núcleo da Sociedade Veteranos de 32 - MMDC
Inauguração do Núcleo junto à
4ª Companhia do 16º Batalhão da PM
7 de Agosto de 2009 às 16 horas
Local: Km 19,5- Rodovia Raposo Tavares, próximo à Fábrica da Avon.
Capitão Gino Struffaldi
Presidente da Sociedade Veteranos de 32 - MMDC
CPOR/RJ & História Militar Terrestre & CPOR/SP & EB & FEB & ANVFEB Webmaster em 18 Jul 2009
Major R/2 Joaquim THIAGO da Fonseca
Foto tirada a bordo do Hercules C130 que transportou a delegação do CPOR/RJ e CNOR à Cuiabá, por ocasão do X ENOREX, onde o Maj Thiago aparece ao lado do presidente do CNOR Ten Monteiro.
Major R/2 Joaquim Thiago da Fonseca
Heroi da Força Expedicionária Brasileira
Como 2° Ten R/2 INF oriundo do CPOR/SP, participou com destaque da Campanha da Italia.
21 out 1921 - 21 abr 2009
Blajberg & História Militar Terrestre & História & FEB & ANVFEB Webmaster em 17 Jul 2009
16 de julho de 1944 / 1965 / 2009
Chegada da FEB na Itália – 1944 e Fundação da ANVFEB - 1965
Israel Blajberg

FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA - FEB
BRAZILIAN EXPEDITIONARY FORCE - FEB
CLIQUE AQUI PARA VER UM VÍDEO COMEMORATIVO DOS 60 ANOS DA FEB
Nos bons tempos, o dia de hoje, 16 de julho, marcaria a realização de Sessão Solene no Clube Militar do Rio de Janeiro, Comemorativa do Desembarque do 1°. Escalão da FEB no Teatro de Operações da Itália, em 1944, e o Aniversario de Fundação da ANVFEB - Associação Nacional dos Veteranos da FEB - Força Expedicionária Brasileira, em 1965.
Nas últimas sessões à época compareceram ilustres e saudosos FEBianos, como o Marechal Waldemar Levy Cardoso, mais graduado e mais idoso ex-combatente brasileiro, detentor do Bastão de Comando da FEB, Gen Domingos Pinto Ventura Jr, Pres. Do Conselho, General Brum Negreiros, veterano do Batalhao de Engenharia da FEB, Coroneis Sergio Gomes Pereira, Osnelli Martinelli, Presidentes da ANVFEB, Gen Cesar Montagna de Souza, Presidente do Conselho Deliberativo da ANVFEB, e tantos outros que algumas páginas seriam necessárias para cita-los a todos.
Autoridades enalteciam os Veteranos da FEB, que lutaram pela sociedade livre e democratica, expressando a sua admiração pelos feitos heroicos dos ex-combatentes.
Na ocasião era outorgada a Medalha Marechal Mascarenhas de Moraes, todos cantavam a Canção do Expedicionário, ao som da Banda de Musica do 1º Batalhão de Guardas.
Finalizando o evento, o corneteiro do 1º BG executava o Toque de Silêncio, em homenagem aos mortos da FEB, num momento carregado de muita emoção. Na sequência, a ANVFEB oferecia um coquetel para todos os presentes.
Mas isso tudo era nos bons tempos. Hoje, um almoço, não menos carregado de emoção, marcou os 65 anos do desembarque da FEB na Itália, e os 46 anos da criação da ANVFEB.
Presentes cerca de 35 pessoas, entre veteranos, viúvas, filhos e demais familiares, e alguns amigos, que se reuniram no 18º. Andar do Clube Militar, num clima animado pelas perspectivas de recuperação da sede da Associação, com o Museu talvez se expandindo para mais 2 andares, e uma segunda sede da Casa da FEB no Museu Militar Conde de Linhares.
O mais antigo ex-combatente a comparecer, Gen Ruy Leal Campello, firme em seus 92 anos, veterano da FEB e de Suez, dirigiu palavras vibrantes aos presentes, recordando Monte Castelo e outras passagens, onde estivera como jovem tenente do Regimento Sampaio.
Segiu-se o Cel Helio Mendes, historiando a criação e dissolução da FEB, e como ela começou a ser esquecida logo ao retornar, tendo apenas há poucos anos novamente ocupando o merecido destaque.
Logo após o Tenente Dalvaro recordou como a sua unidade, o 7º. Grupo de Artilharia de Dorso, movimentou-se do Rio para a nova sede em Olinda-PE, a bordo do Baependi, onde viajou o Comando, e do Itagiba, onde seguiu o restante da tropa, ambos torpedeados e com perda imensa de vidas brasileiras, e quase total da unidade, que teve apenas 12 sobreviventes.
Dalvaro embarcou no Itagiba, torpedeado as 1045, sendo recolhido pelo Araraquara, este por sua vez torpedeado as 1400. Sobreviveu assim a 2 naufragios e hoje anualmente preside o grupo de náufragos que a cada 17 ago reverencia a memória de todos aqueles que desapareceram no mar, sem sequer ter um tumulo.
Naquela semana fatídica de agosto, os nazistas afundaram varios navios nacionais, com perda de quase 1 milhar de vidas. Diante do clamor publico, o Presidente Vargas decretou o estado de beligerância com os paises do Eixo, seguindo-se os acontecimentos já de todos conhecidos, até a vitória final, para a qual contribuiu o Brasil, como uma das 19 nações aliadas.

O Presidente do Conselho Fiscal da ANVFEB, Cap Osias Machado, recordou as missões cumpridas pelo 1º. Grupo de Aviação de Caça, o Senta-a-Pua, que integrou na Itália, destacando a importancia da sua atuação na destruição da capacidade logística nazista e na tomada de Monte Castelo.
Encerrando a sessão, falou o Gen Ex Paulo César de Castro, ultimo chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa, hoje DECEx, que destacou a importância da participação do Brasil na guerra, através do Exercito, FEB, Aeronáutica e Marinha, rendendo a sua homenagem aos veteranos.
Apenas 7 veteranos compareceram,
Gen Ruy Leal Campello, da Turma de 1940 da EMR, foi Ten do Reg Sampaio, era Pres do CD/ANVFEB
Ten DAlvaro, Bateria Comando da AD
Cap Osias, Senta a Pua, atual Pres do CD/ANVFEB
Ten Rosenthal, serviu como dentista no DP/CRP, era Pres do CF/ANVFEB
Cel Helio Mendes, da Turma de 1943 da EMR, Ten da 1ª. Bia do Grupo 155mm, ex Presidente da ANVFEB
Vet Jorge Passos, de Bangu, do 1º. Esquadrão de Reconhecimento, atual Esqd Ten Amaro
Vet João Lanzelotti, 1ª. Companhia de Intendência
Entre as autoridades presentes, o Gen Castro e Sra, Cel Adalberto Faria, Diretor do Monumento, TCel Katib, Comandante do 21 GAC, Cel Herbert de Andrade Seixas Duarte e Sra., Diretor da ANVFEB, Cel Celso Seixas Marques, e outros.
Em 2010 novamente estaremos todos presentes recordadando esta data, e com a ANVFEB totalmente recuperada, se o Todo Poderoso assim o permitir,

Seguem alguns vídeos alusivos as ações da FEB e das Forças Aliadas na 2a. Guerra Mundial:



Mergulhão & Haiti & FAB Webmaster em 16 Jul 2009
Nas Asas do CONDOR …
Condor é o nome do Esquadrão que nos levou (e trouxe) ao Haiti. No dia 1º de outubro fazem 50 anos e este artigo é o reconhecimento e respeito a uma grande tripulação que na eficácia transformou o inesperado em mostra de profissionalismo.

CLIQUE AQUI PARA LER A MATERIA COMPLETA
e boa leitura!
Grato Ten. Mergulhão pelo empolgante relato.
Mergulhão & CPOR/RJ & EB & Haiti Webmaster em 12 Jul 2009
HAITI - Operações de Manutenção da Paz
Relato de viagem ao

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Recepcionados em Manaus pelo General Bringel - Chefe do EM do CMA.
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Palestra no QG da MINUSTAH com o Force Commander Gen Floriano Peixoto e o Dr Luiz Este de óculos escuros, é autor desta matéria, e ao seu lado o Cel Tratz, ex-Cmt do |
Para saber mais sobre a MINUSTAH, clique aqui
Mensagem aos leitores do BLOG da ABORE:
Caros amigos Oficiais R/2 de São Paulo,
Estou de volta do Haiti e foi realmente uma epopéia. A volta então, com pane, mostrou a eficácia dos nossos pilotos da FAB… E lembrou a música de Roberto Carlos, pois foi cheia de emoções…
A recepção, cercada de carinho pelo Cel Bernardes, TC Sapper, Comte Renato (substituído) e Franco (substituto) sem contar do Force Commander (Gen Floriano Peixoto) que sentou-se ao meu lado no jantar na casa do Embaixador Igor Kipman, e todos das equipes de Comunicação Social do BRABATT e BRAENGCOY…
Assistimos o alívio da missão cumprida e volta de nosso querido amigo Cel Gerson que voltou um dia antes de nós…
Tirei 1.090 fotos e ainda tenho mais algumas (muito melhores do que as minhas) do fotógrafo do MD (Sales)…
Preciso de um tempo para escrever tudo, mas aguardem pois foi sensacional.
Provavelmente começarei pelo FIM (como aliás de hábito…) com NAS ASAS DO CONDOR, em homenagem a esta valente tripulação!
E a nossa Base no Haiti, orgulho de ser brasileiro…
Presidente da Associação dos Oficiais da Reserva do Exército - RJ - AORE/RJ
Vice-Presidente do Conselho Nacional dos Oficiais da Reserva - CNOR
Grão Mestre Mor da Ordem dos Cavaleiros do Esquadrão Ten Vaz - OCETV
PS:
Enquanto aguardam as materias e as fotos, algumas reportagens e fotos podem ser visualizadas através do SANGUE VERDE OLIVA,
Geral & EB Webmaster em 10 Jul 2009
A grandeza do Exército Brasileiro
O material referente a esta mensagem está disponível no formato PPS - Power Point Presentation.
São Paulo & História Webmaster em 10 Jul 2009
Revolução Constitucionalista - 1932
Em linhas gerais, a Revolução Constitucionalista de 1932 é compreendida como uma reação imediata aos novos rumos tomados pelo cenário político nacional sob o comando de Vargas. Os novos representantes estabelecidos no poder, alegando dar fim à hegemonia das oligarquias, decidiram extinguir o Congresso Nacional e os deputados das assembléias estaduais. No lugar das antigas personalidades políticas, delegados e interventores foram nomeados com o aval do presidente da República.
A visível perda de espaço político, sofrida pelos paulistas, impulsionou a organização de novos meios de se recolocar nesse cenário político controlado pelo governo de Vargas. O clima de hostilidades entre os paulistas e o governo Vargas aumentou com a nomeação do tenente João Alberto Lins de Barros, ex-participante da Coluna Prestes, como novo governador de São Paulo. O desagrado dessa medida atingiu até mesmo os integrantes do Partido Democrático de São Paulo, que apoiaram a ascensão do regime varguista.
Além disso, podemos levantar outras questões que marcaram a formação deste movimento. No ano de 1931, a queda do preço do café, em consequência da crise de 29, forçou o governo Vargas a comprar as sacas de café produzidas. Essa política de valorização do café também ordenou a proibição da abertura de novas áreas de plantio, o que motivou o deslocamento das populações camponesas para os centros urbanos de São Paulo.
Os problemas sociais causados pelo inchaço urbano agravaram um cenário já marcado pela crise econômica e as mudanças políticas. Talvez por isso, podemos levantar uma razão pela qual a revolução constitucionalista conseguiu mobilizar boa parte da população paulista. Mais do que atender os interesses das velhas oligarquias, os participantes deste movimento defendiam o estabelecimento de uma democracia plena, onde o respeito às leis pudessem intermediar um jogo político já tão desgastado pelo desmando e os golpes políticos.
Antes de pegar em armas, representantes políticos de São Paulo pressionaram para que o governo Vargas convocasse uma Constituinte e a ampliação da autonomia política dos Estados. Em resposta, depois de outros nomes, indicou o civil e paulista Pedro de Toledo como novo governador paulista. Logo em seguida, Getúlio Vargas formulou um novo Código Eleitoral que previa a organização de eleições para o ano seguinte. No entanto, um incidente entre estudantes e tenentistas acabou favorecendo a luta armada.
Em maio de 1932, um grupo de jovens estudantes tentou invadir a sede de um jornal favorável ao regime varguista. Durante o conflito – que já havia tomado as ruas da cidade de São Paulo – os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo foram assassinados por um grupo de tenentistas. As iniciais dos envolvidos no fato trágico inspiraram a elaboração do M.M.D.C., que defendia a luta armada contra Getúlio Vargas.
No dia 9 de julho de 1932, o conflito armado tomou seus primeiros passos sob a liderança dos generais Euclides de Figueiredo, Isidoro Dias Lopes e Bertoldo Klinger. O plano dos revolucionários era empreender um rápido ataque à sede do governo federal, forçando Getúlio Vargas a deixar o cargo ou negociar com os revoltosos. No entanto, a ampla participação militar não foi suficiente para fazer ampla oposição contra o governo central.
O esperado apoio aos insurgentes paulistas não foi obtido. O bloqueio naval da Marinha ao Porto de Santos impediu que simpatizantes de outros estados pudessem integrar a Revolução Constitucionalista. Já no mês de setembro daquele ano, as forças do governo federal tinham tomado diversas cidades de São Paulo. A superioridade das tropas governamentais forçou a rendição dos revolucionários no mês de outubro.
Por Rainer Sousa
Graduado em História Equipe Brasil Escola
São Paulo & História Webmaster em 10 Jul 2009
Quinze coisas que você não sabia sobre a Revolução de 1932
Publicada em 08/07/2008 às 21h00m O Globo Online SÃO PAULO -
Nesta quarta-feira, 09/07/2009, a Revolução de 32 completa 76 anos. Veja 15 coisas que você não sabia sobre esse movimento constitucionalista.
1 - As duas principais avenidas que ligam a cidade São Paulo de norte a sul - Nove de Julho e 23 de Maio, têm seus nomes vinculados a datas do movimento constitucionalista. No dia 23 de maio, foram mortos os jovens Martins, Miragaia, Drausio e Camargo (cujos sobrenomes formam a sigla MMDC).
2- O primeiro jogo de handebol oficial no país foi realizado no Clube Germânia - atual Clube Pinheiros. A partida foi organizada pela colônia alemã, com objetivo de recolher fundos para as vítimas dos combates, em agosto de 1932.
3- As transmissões mais importantes das rádios paulistas - Recorde e Cruzeiro do Sul - em 1932 foram feitas entre 2h e 4h da madrugada. Neste horário, as ondas alcançavam maior distância e permitiam que os adeptos do Movimento Constitucionalista em outros estados pudessem ouvi-las.
4- Todos os atletas paulistas que participaram da Olimpíada de Los Angeles, em 1932, se alistaram para lutar na Força Constitucionalista ao retornarem ao Brasil. A exceção foi a jovem nadadora Maria Lenke, que tinha apenas 17 anos de idade. Ela foi a primeira mulher sul-americana a disputar uma Olimpíada.
5- A atual bandeira paulista foi usada pela primeira vez como símbolo do estado de São Paulo em 25 de janeiro de 1932, durante a primeira grande manifestação de rua paulista contra a ditadura de Getúlio Vargas. A bandeira havia sido criada para ser símbolo do país após a Proclamação da República, em 1989, mas acabou preterida. Ela começou a ser hasteada na área bancária do centro de São Paulo e também servia para identificar as sacas de café produzido no estado. A bandeira não tinha, porém, a mesma configuração. Como era feita em casa, o número de listras variava. São treze listras variando entre branco e preto. Durante o Estado Novo, Vargas proibiu o uso de símbolos pelos estados e a bandeira paulista chegou a ser queimada.
6 - Criada para arrecadar dinheiro para compra de armas nos Estados Unidos, a campanha “Ouro para o Bem de São Paulo” foi um sucesso. A aquisição de armas, porém, não foi viabilizada. Para usar o dinheiro e impedir que ele fosse confiscado pelo governo Vargas, ele foi doado para término da construção da Santa Casa. Mesmo assim, sobrou dinheiro. Ele foi usado para construir o prédio “Ouro para o Bem de São Paulo, Largo da Misericórdia. Sua fachada tem a forma da bandeira paulista, em alto e baixo relevo. A intenção era que o prédio, alugado, ajudasse a prover recursos para a Santa Casa.
7 - O mais jovem soldado morto em combate na Revolução de 32 tinha apenas 9 anos e meio de idade: o
escoteiro Aldo Chioratto, foi morto durante bombardeio aéreo em Campinas.
8 - Santos Dumont estava na Praia das Pitangueiras, em Santos, quando viu um ataque de um avião paulista a um navio da Marinha que estava bloqueando o acesso ao Porto de Santos. O avião explodiu no ar e mergulhou em frente à praia. Santos Dumont, que já vivia um período depressivo, retornou à pensão, tirou a gravata e se enforcou.
9 - Todas as colônias estrangeiras estabelecidas em São Paulo colaboraram com o Movimento Constitucionalista, inclusive a japonesa. Soldados nisseis engrossaram as tropas paulistas. Entre as doações estavam um saco de arroz e um de banana doados por agricultores japoneses do oeste paulista.
10 - A viúva de Rui Barbosa, Maria Augusta Viana Bandeira, que morava no Rio de Janeiro, encaminhou a aliança de casamento para a campanha “Ouro para o bem de São Paulo”. Ao ser criticada, ela afirmou que se o marido estivesse vivo, concordaria.
11- A marchinha “O teu cabelo não nega”, de Lamartine Babo, foi o grande sucesso do carnaval de 1932. Nela, o compositor ironiza a nomeação de interventores: “Mulata, mulatinha, meu amor. Fui nomeado teu tenente interventor” .
12 - As tropas combatentes das frentes paulista e mineira pararam para cantar juntas a música “A voz do violão”, sucesso na voz de Francisco Alves. Um soldado paulista, único a ter um violão, iniciou alguns acordes. Do outro lado do ‘front’, outro soldado gritou: “Ô paulista, toca aquela do violão”. E as duas tropas rivais soltaram a voz - afinal, eram todos brasileiros.
13 - Embora a revolução tenha acontecido em São Paulo, havia aliados por todo o país, entre eles Rio de Janeiro, Pará, Amazonas, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A cidade gaúcha de Soledade declarou publicamente seu apoio às tropas paulistas.
14 - Embora muitos quisessem olhar o Movimento Constitucionalista como uma disputa Rio-São Paulo, havia apoio
às tropas paulistas no Rio de Janeiro e eram constantes as transmissões das rádios paulistas no estado. Havia constantes boatos de que haveria sublevação no Rio, levando a polícia política de Vargas tentar localizar os transmissores locais.
15 - A primeira mulher a se eleger deputada federal foi a médica paulista Carlota Pereira de Queirós, que liderou a União Cívica Feminina durante a revolução. Até então, mulher sequer votava. A mobilização das mulheres na Revolução de 1932 deu força ao movimento a favor do voto feminino. Carlota foi eleita em 1934. As informações desta lista foram passadas por um estudioso no assunto, o coronel da Polícia Militar Luiz Eduardo Pesce de Arruda, de 48 anos. Ele se encantou com o tema no primeiro ano da academia. Hoje, comanda o Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores da Polícia Militar em São Paulo. Arruda escreveu até mesmo um musical, chamado “1932 - Os sons da guerra”.
Geral & História Militar Terrestre Webmaster em 04 Jul 2009
Testamento do Duque de Caxias
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PATRONO DO EXÉRCITO
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Em matéria de testamento, o de CAXIAS é um dos mais belos.
Ei-lo na íntegra:
“Em nome de Deus, Amém“.
Eu, Luiz Alves de Lima, Duque de Caxias, achando-me com saúde e meu
perfeito juízo, ordeno o meu testamento, da maneira seguinte: sou
católico romano, tenho nesta fé vivido, e pretendo morrer.
Sou natural do Rio de Janeiro, batizado na freguesia de Inhamerim;
filho legítimo do Marechal Francisco de Lima e Silva, e de sua
legítima Mulher, dona Mariana Cândida Bello de Lima, ambos já
falecidos.
Fui casado a face da Igreja com a virtuosa dona Anna Luiza Carneiro
Viana de Lima, Duquesa de Caxias, já falecida, de cujo matrimônio
restam dois filhos que são Luiza e Anna, as quais se acham casadas; a
primeira com Francisco Nicolas Carneiro Nogueira da Gama, e a segunda,
com Manoel Carneiro da Silva, as quais são as minhas legítimas
herdeiras.
Declaro que nomeio meus testamenteiros, em 1º lugar, o meu genro
Francisco Nicolas, em 2º meu genro Manoel Carneiro, em 3º meu irmão e
amigo, o Visconde de Tocantins, e lhes rogo que aceitem esta
testamentária, da qual só darão contas no fim de dois anos.
Recomendo a estes que quero que meu enterro seja feito, sem pompa
alguma, e só como irmão da Cruz dos Militares, no grau que ali tenho.
Dispensando o estado da Casa Imperial, que se costuma a mandar aos que
exercem o cargo que tenho.
Não desejo mesmo, que se façam convites pro meu enterro, porque os
meus amigos que me quizerem fazer este favor, não precisam dessa
formalidade e muito menos consintam os meus filhos que eu seja
embalsamado.
Logo que eu falecer deve o meu testamenteiro fazer saber ao Quartel
General, e ao ministro da Guerra que dispenso as honras fúnebres que
me pertencem como Marechal do Exército e que só desejo que me mandem
seis soldados, escolhidos dos mais antigos, e melhor conduta, dos
corpos da Guarnição, pra pegar as argolas do meu caixão, a cada um dos
quais o meu testamenteiro, no fim do enterro, dará 30$000 de
gratificação.
Declaro que deixo ao meu criado, Luiz Alves, quatrocentos mil réis e
toda a roupa do meu uso.
Deixo ao meu amigo e companheiro de trabalho, João de Souza da Fonseca
Costa, como sinal de lembrança, todas as minhas armas, inclusive a
espada com que comandei, seis vezes, em campanha, e o cavalo de minha
montaria, arreado com os arreios melhores que tiver na ocasião da
minha morte.
Deixo à minha irmã, a Baroneza de Suruhi, as minhas condecorações de
brilhantes da ordem de Pedro I como sinal de lembrança e a meu irmão,
o Visconde de Tocantins, meu candieiro de prata, que herdei do meu
pai.
Deixo meu relógio de ouro com a competente corrente ao Capitão
Salustiano de Barros Albuquerque, também como lembrança pela lealdade
com que tem me servido como amanuense.
Deixo à minha afilhada Anna Eulália de Noronha, casada com o Capitão
Noronha, dois contos de réis. Cumpridas estas disposições, que deverão
sair da minha terça, tudo o mais que possuo será repartido com as
minhas duas filhas Anna e Luiza, acima declaradas.
Mais nada tenho a dispor, dou por findo o meu testamento, rogando as
justiças do país, que o façam cumprir por ser esta a minha última
vontade escrita por mim e assinada.
Rio de Janeiro, 23 Abr 1874 -
Luis Alves de Lima
Duque de Caxias
Saiba maiS sobre o Duque de Caxias: CLIQUE AQUI
Galeria de Notáveis & História Militar Terrestre & Comunicado Webmaster em 04 Jul 2009
BRIGADEIRO SAMPAIO É RECONHECIDO COMO HERÓI DA PÁTRIA
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Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 11.932, DE 24 DE ABRIL DE 2009
Inscreve o nome de Antônio de Sampaio, o Brigadeiro Sampaio, no Livro dos Heróis da Pátria.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Inscreva-se o nome de Antônio de Sampaio, o Brigadeiro Sampaio, no Livro dos Heróis da Pátria, depositado no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 24 de abril de 2009; 188o da Independência e 121o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
João Luiz Silva Ferreira


