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Blajberg & História Militar Terrestre & EB & FEB & ANVFEB & AHJB & Rio de Janeiro Webmaster em 06 Mar 2010

Major Enf ELZA Cansanção Medeiros † 08 dez 2009

Major ELZA Cansanção Medeiros integrando o Grupamento dos Ex-Combatentes ao abrir o Desfile Militar em 7 de Setembro de 2007, na Av. Pres. Vargas - Rio de Janeiro.

Major Enf ELZA Cansanção Medeiros

Veterana da Força Expedicionária Brasileira

Sócia Titular - Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e AHIMTB - Academia de História Militar Terrestre do Brasil

Deixou-nos um ícone, quase um mito, uma vida inteira de dedicação, entusiasmo, ideais elevados a pautar uma carreira consagrada a memória da FEB, ao Exército, ao Brasil, que perde o brilho da sua inteligência, o calor da sua dedicação, o encanto da sua presença.

A cada 7 de Setembro, a multidão diante do Pantheon de Caxias se surpreendia ao ver passar o Grupamento dos Ex- Combatentes.

Uma figura marcante de mulher, fardada, logo despertava a atenção do público, desfilando embarcada numa das primeiras viaturas.

O tempo passava mas não afetava seu brilho, nem fazia com que deixasse de manter, altaneira, a postura ereta com que saudava as Autoridades no palanque, sempre uma das mais aplaudidas.

Num dia de 1944, partiu para o desconhecido em defesa da democracia e da liberdade, retornando com a FEB coberta de glórias.

As lembranças da guerra nos remetem àquela época difícil, quando a então Tenente Enfermeira Elza Cansanção Medeiros, com suas colegas do Corpo de Saúde da FEB, em meio às vicissitudes dos combates, não media esforços nem sacrifícios para que a dor dos soldados que sofriam pudesse ser minorada.

Herdara dos pais a coragem e o desprendimento dos bravos das Alagoas, terra de gente forte e decidida, que deu ao Brasil nossos dois primeiros presidentes: Marechal Deodoro da Fonseca e Marechal Floriano Peixoto.

Portanto, não foi surpresa ter sido aquela jovem Enfermeira a primeira voluntária brasileira a se apresentar, alistando-se para a Segunda Guerra Mundial.

Era o dia 18 de abril de 1943, quando o Corpo de Enfermeiras da Reserva do Exército recebeu a primeira das suas 67 integrantes, a que se somaram mais 6 da Aeronáutica.

Logo veio o treinamento na Fortaleza de São João, no HCE e na Policlínica, e o embarque por via aérea para o TO da Itália, onde as Enfermeiras da FEB se destacaram pelo carinho e profissionalismo com que souberam se desempenhar de suas funções, granjeando o respeito e admiração da tropa.

Foram dignas de uma Ana Néri, que partiu em 1865 para a guerra do Paraguai com autorização especial do Imperador. 75 anos depois estas outras mulheres guerreiras reviveram em todo o esplendor e beleza aquela figura sublime, inspiradas ainda em Joana Angélica, Maria Quitéria, Rosa da Fonseca, Anita Garibaldi, Bárbara Heliodora, Sóror Angélica, e tantas outras heroínas brasileiras.

Seu trabalho multidisplinar foi riquíssimo, distribuindo-se por inúmeras diversas vertentes, da iconografia a escultura, da museologia a produção literária, incansável atuação reconhecida pelas inúmeras condecorações que lhe foram outorgadas, alem de filiação a importantes institutos, tendo criado o mais completo acervo iconográfico da FEB, preservando a memória histórica através de 5 mil fotografias.

Nos últimos meses não deixou de trabalhar, lançando uma edição especial da Revista do Exercito Brasileiro sobre a FEB, um livro sobre o papel da Mulher Brasileira, e sendo agraciada com a Medalha Pedro Ernesto no Palácio Tiradentes.

Possuía mais de 40 medalhas nacionais e estrangeiras, tendo sido a primeira mulher a ingressar no IGHMB, na categoria de socia-titular, no ano do cinquentario daquela instituição. Ocupava desde 2007 a Cadeira Especial Historiadora Militar Terrestre Brasileira, como primeira mulher a ocupar cadeira na AHIMTB – Academia de Historia Militar Terrestre do Brasil.

Em Maceió criou o Museu Militar da Segunda Guerra Mundial, com peças históricas de elevado valor, como aquelas recuperadas do Itapagé, torpedeado na costa de Maceió. Os verdes mares alagoanos foram o túmulo daqueles brasileiros, bravos tripulantes e passageiros inocentes, vitimas da sanha nazista.

Outra faceta não menos destacada era seu trabalho como escultora de bustos de militares famosos. Do Marechal Mascarenhas de Moraes, o Grande Comandante da FEB foram 40 esculturas, A estatueta representando uma enfermeira em continência, é o prêmio oferecido às primeiras colocadas da Escola de Administração do Exército em Salvador, que vem a ser o seu auto-retrato.

Custa a crer que tenha nos deixado, mas o fez com a sensação de missão cumprida, como atestam as muitas medalhas merecidamente conquistadas que repousam sobre o seu peito.

A mulher de fibra se foi, mas o exemplo frutificará, do trabalho ingente, da dedicação aos ideais, da preservação e divulgação da memória da FEB. A melhor homenagem que lhe poderemos prestar será manter desfraldada a bandeira a qual dedicou toda a sua rica existência.

Que a sua alma se incorpore a corrente da vida eterna.

No Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste no Rio de Janeiro, uma Missa de Corpo Presente é dedicada à brava Mulher–Soldado, do Exército de Caxias, da FEB de Mascarenhas.

Envergando o uniforme verde-oliva, a expressão do seu rosto é a mesma de como a conhecíamos em vida, parecendo apenas adormecida, no esquife envolto pelo Pavilhão Nacional. As inúmeras coroas de flores em volta expressam o respeito e admiração do Exército Brasileiro, em uma ultima homenagem.

Na missa de corpo presente, uma profusão de uniformes brancos do Serviço de Saude, a visão da cruz vermelha remetendo a missão humanitária cumprida pela Major Elza nos campos de batalha da Europa, de onde retornou para se transformar em verdadeiro simbolo. Lá confirmou diuturnamente no 7th Field Hospital o ditame do Talmud:

“ … quem salva uma vida … salva toda a Humanidade … “

Segundo ensinam os comentários das Escrituras, as almas não se afastam logo deste mundo, nos primeiros 7 dias pairam sobre a casa terrena e lugares que frequentaram e onde trabalharam. Assim é que nossa irmã Elza, durante boa parte da sua vida fisica tendo labutado no Arquivo Historico do Exercito naquele mesmo Palacio, capturou do alto o fervor da missa e o calor das homenagens. Certamente até lá chegou o lamento das sirenes dos batedores, em uma derradeira despedida atravessando a Presidente Vargas, ali mesmo onde tantas vezes desfilara no 7 de Setembro, agora em direção ao Caju para o derradeiro rito de passagem, a cremação. Não obstante, que o Eterno permita a ressureição da sua alma, quando vier o Messias da Casa de David.

“Old soldiers never die, they just fade away” - verso famoso de antiga balada da I Guerra Mundial - Velhos Soldados nunca morrem, eles apenas se afastam, distanciando-se lentamente no tempo e no espaço.

Aos 88 anos partiu, adentrando o Portal do Paraíso. Foi uma sentida perda, para a familia, para o Exército a quem tão carinhosamente se dedicava, seus inúmeros irmãos de armas, amigos e admiradores, e para todos nós, a quem lega o exemplo e inestimável lição de vida.


Israel Blajberg

CPOR/RJ & Blajberg & História Militar Terrestre & CPOR/SP & EB & FEB & ANVFEB & AHJB Webmaster em 05 Mar 2010

21 de fevereiro – Tomada de Monte Castello

TOMADA DE MONTE CASTELO

O passado não pode ser esquecido

Neste 21 de fevereiro, quando em 1945 os bravos da FEB foram vitoriosos no quinto e ultimo assalto a Monte Castello, nossos pensamentos voltam-se para aqueles heróis, transcorridos 65 anos.

O nazismo foi derrotado, entretanto mesmo após tanto sofrimento, ainda hoje se enxergam aspectos positivos na ditadura de Hitler, conforme estudo de uma universidade alemã.

A partir de 1942 o Brasil foi covardemente agredido pela Alemanha Nazista. 38 navios mercantes torpedeados, 549 tripulantes e 502 passageiros afogados, 1051 preciosas vidas brasileiras.

O Monte Castello havia sido atacado 4 vezes por tropas brasileiras e pela Divisão de Montanha americana, em novembro e dezembro de 1944.

A infantaria avançava penosamente pela neve e lama, sob um fogo pesado. Clássica situação dos manuais: o inimigo tem a vantagem da altura. Mesmo assim alguns pelotões conseguiram atingir o cume do monte, tendo de se retirar após sofrer pesadas perdas. Um dos batalhões teve 15% de baixas entre mortos, feridos e desaparecidos.

Os tenentes Apollo Miguel Rezk e Moises Chahon, que comandavam pelotões na cota 958, e o tenente Gervasio Deschamps, que subira com parte de seu pelotão continuaram a resistir - embora a ordem fosse para recuar.

A vitória final veio ao cair da tarde do dia 21, com apoio do 1°. Grupo de Caça, o Senta-a-Pua, e da Artilharia Divisionária.

O 1°. RI - Regimento Sampaio finalmente conquistou as casamatas da cota 977 do Monte Castello, resistindo à fadiga, a estafa e ao frio, e ainda tendo de cavar fox-holes para a eventualidade do contra-ataque alemão que jamais chegou.

Por bravura em ação, diversos pracinhas foram condecorados com as mais valiosas medalhas brasileiras e americanas, entre os quais o Herói da Reserva, Ten Apollo Miguel Rezk, Cmt Pel da 6ª. Cia, que recebeu a Silver Star Medal, junto com Chahon e Gervasio, e o Capitão Valdir Moreira Sampaio, Cmt da 5ª. Cia do 2°. Btl, que recebeu a Bronze Star Medal, todos do Regimento Sampaio.

O Brasil se orgulhou dos seus pracinhas, que enfrentaram os nazistas na neve das escarpas sob fogo de metralhadoras e morteiros do alto, levando apenas o armamento, a própria ração, e a coragem exemplar.
Neste 2010 que marca os 65 anos do final da 2ª. Guerra Mundial, o 21 de Fevereiro ganha significado ainda mais relevante. Como farol na escuridão lembra tantos anos depois que o mesmo perigo ainda ronda ameaçador.

Quando um chefe de estado emula novamente os pérfidos postulados nazistas, cabe perguntar se as lideranças democráticas mundiais pretendem novamente esperar até que seja tarde demais. Hitler não tinha a bomba atômica.

As datas recordatorias se sucedem, Noite dos Cristais de novembro de 1938, invasão da Polônia em setembro de 1939, sem que o Mundo desperte.

Elie Wiesel, Premio Nobel da Paz de 1986 e sobrevivente de Auschwitz, em sua obra interpreta o canto de uma geração perdida:

“… desde o fim do pesadelo rebusco o passado … quanto mais longe vou, menos compreendo … talvez não haja nada a compreender…”

A Humanidade segue na corda bamba, sem conseguir entender que o compromisso de Wiesel, originado no sofrimento do seu povo, se amplia para abarcar todos os povos e raças oprimidas, e não se prende apenas ao passado, mas, o que é pior, ao futuro.

Passadas mais de 6 décadas, o significado da batalha de Monte Castelo está cada vez mais atual.

Mas ainda há tempo. Novamente, é como se a cada dia estejamos lutando contra os mesmos inimigos, lançando outra vez as 4 primeiras investidas contra o mal encastelado no alto da crista, tentativas plenas de sacrifícios e perdas, mas com a certeza de que a vitória sofrida um dia chegará.

Por isso é tão importante que a cada ano sejam lembrados os combatentes de Monte Castelo, que com destemor ensinaram preciosa lição, deixando-nos seu legado para defender.


Israel Blajberg

Blajberg & História Militar Terrestre & Abore & São Paulo & História & EB & FEB & ANVFEB & AHJB Webmaster em 05 Set 2009

SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE - Os 42 Heróis Brasileiros Judeus da II Guerra Mundial

Em Ato Cívico na sede do

O ARQUIVO HISTÓRICO JUDAICO BRASILEIRO - AHJB, o Livro do 2o. Ten R/2 Art, Engenheiro e Professor Israel Blajberg sobre os 42 Heróis Brasileiros Judeus da II Guerra Mundial, foi lançado em São Paulo no final de agosto, durante a Semana do Soldado, quando foi prestada uma homenagem a Ex-Combatentes brasileiros e de Nações Amigas presentes na ocasião.

Editado pela ACADEMIA DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL - AHIMTB, tem participação especial do General Ruy Leal Campello, Veterano do Regimento Sampaio da FEB e do Batalhão Suez, e uma das ultimas mensagens públicas do Marechal Waldemar Levy Cardoso, falecido recentemente aos 108 anos.

25 eram da FEB - Força Expedicionária Brasileira (Itália), 4 do Exército Brasileiro (Defesa do Litoral), 4 da Marinha do Brasil, 3 da FAB e 6 da Marinha Mercante, alguns agraciados com medalhas concedidas apenas em casos de bravura excepcional em combate, como a Silver Star do Exército Americano e a Cruz de Combate de 1a. Classe.

Pouco se falou ou escreveu sobre os 42 veteranos até maio de 2005, quando foram homenageados no Grande Templo Israelita do Rio de Janeiro, por ocasião dos 60 Anos do Dia da Vitória.

O evento constituiu-se em homenagem ao Exercito Brasileiro, na semana que comemora o Dia do Soldado, aos ex-combatentes brasileiros de todas as fés, ao AHJB, entidade que preserva a memória da comunidade judaica brasileira, e a Academia de Historia Militar Terrestre do Brasil, na pessoa do seu Presidente Cel Cláudio Moreira Bento que realizou o projeto editorial,

A CIBRACON – Companhia Brasileira de Construções, e a Construtora e Incorporadora Atlântica S/A, comemorando seus 40 anos, concederam um valioso patrocino cultural que permitiu a realização do evento.

Tendo como mestre de cerimônias o Prof Carlos Kertész do AHJB, o evento contou com a presença de publico expressivo e de autoridades civis e militares, entre as quais:

Coronel Edison Luiz da Rosa, acompanhado de sua esposa, representando o General Antonio Gabriel Esper, Comandante Militar do Sudeste

Major Magnus Copetti Weber, Subcomandante, acompanhado de uma representação do CPOR/SP, composta pelo Tenente César, Sargento Gama e 7 Alunos, um de cada Curso

Capitão Tenente representante do Vice Almirante Arnaldo de Mesquita Bittencourt Filho, Comandante do 8°. Distrito Naval

Presidente da ABORE - Associação Brasileira dos Oficiais da Reserva do Exercito, Tenente R/2 Aniz Buissa

Sargento representando o Tenente Coronel Betat, Chefe do 3°. Comando Telemático de Área

Vet. Isaac Plut, foi Soldado do CRP da FEB na Vila Militar – RJ

Coronel Jairo Junqueira da Silva, Presidente da Associação dos Ex-combatentes do Brasil, Seção de São Paulo

Veterano Antonio Cruchaki, Presidente da ANVFEB de São Bernardo do Campo e sua esposa, Da. Nadir Pereira de Souza Cruchaki, Diretora Social

Capitão Gonzalez, do Museu da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, Seção de São Paulo

Veterano da Marinha Francesa André Akiba Levi e Sra.

Vereador Gilberto Natalini (PSDB)

Luciana Feldman, Assessora Parlamentar da Câmara Municipal de São Paulo

Prof. Dr. César Campiani Maximiano, historiador da FEB

diversos associados do Arquivo e entidades culturais militares e da comunidade judaica.

Na abertura, a Banda de Musica do 2°. Batalhão de Policia do Exercito executou o Hino Nacional Brasileiro, seguindo-se a execução pelo corneteiro do 2°. BPE do Toque de Presença de Ex-Combatente, dado encontrarem-se presentes veteranos da FEB.

A Mesa Diretora estava composta pelo Dr Jaime Serebrenic, Presidente do AHJB, Dr Mauricio Serebrinic, Vice-Presidente do AHJB, Cel Edison Luiz da Rosa, Assistente do Comandante Militar do Sudeste e pelo autor.

O evento iniciou-se com a saudação do Dr Jaime Serebrenic, Presidente do AHJB ao Dia do Soldado e Semana do Exercito, dizendo da satisfação do Arquivo em prestar esta homenagem ao Exercito e aos Veteranos. Agradeceu a presença das autoridades civis e militares, especialmente a delegação do CPOR, recordando que ele mesmo é um ex-aluno do CPOR de Salvador, que cursou nos idos da década de 50.

O autor fez um breve resumo sobre os SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE, enfatizando o heroísmo, desprendimento e resgate desta memória após tantas décadas.

O Cel Edison Luiz da Rosa, maior autoridade militar presente fez uso da palavra, recordando ser ele mesmo também um descendente de imigrantes, portugueses. Em brilhante oração, recordou sua terra natal Cruz Alta, e seu pai, sargento do Exército, de quem herdou o gosto pela carreira das armas.

Foi feita a entrega solene de um certificado de reconhecimento outorgado pelo AHJB a diversas personalidades que vem trabalhando em prol da preservação da memória da participação brasileira na 2ª. Guerra Mundial, marcando a homenagem prestada aos ex-combatentes do Brasil, ao Dia do Soldado, já que recordar sempre a memória dos feitos heróicos e a luta dos bravos combatentes brasileiros será a melhor homenagem que se lhes poderá prestar,

Encerrada a sessão, o autor autografou exemplares do livro para os presentes, em animado coquetel por Mr. Knich & Cia., na sede do Arquivo, onde foi também montada uma exposição alusiva à temática do livro, com pecas originais da 2ª. Guerra Mundial cedidas pela Associação dos Ex-Combatentes do Brasil – Seção SP, e do acervo pessoal do autor.

ARQUIVO HISTÓRICO JUDAICO BRASILEIRO - AHJB

Rua Estela Sezefreda, 76 - São Paulo - SP

Jayme Serebrenic

Presidente da AHJB

 

Cel Claudio Moreira Bento

Presidente da AHIMTB

 

CPOR/RJ & Blajberg & História Militar Terrestre & Convite & Abore & São Paulo & AHJB Webmaster em 08 Ago 2009

SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE

O ARQUIVO HISTÓRICO JUDAICO BRASILEIRO - AHJB e a ACADEMIA DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL - AHIMTB tem a honra de convidar para o lançamento do livro do Professor e 2o. Ten R/2 Israel Blajberg

 

 

SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE

Os 42 Heróis Brasileiros Judeus da II Guerra Mundial

Quarta-feira 26 de Agosto de 2009 às 19:00 h

Com nominata dos Veteranos, seguindo-se coquetal

ARQUIVO HISTÓRICO JUDAICO BRASILEIRO - AHJB

Rua Estela Sezefreda, 76 - São Paulo - SP

Jayme Serebrenic

Presidente da AHJB

 

Cel Claudio Moreira Bento

Presidente da AHIMTB

 

RSVP até 23/08: (11) 3088-0879

Traje

Civis: esporte fino

Militares: o correspondente