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História Militar Terrestre & CPOR/SP & Abore & São Paulo & EB & FEB & ANVFEB & Rio de Janeiro Webmaster em 23 Ago 2010

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O portal da Força Expedicionária Brasileira

CPOR/RJ & Blajberg & História Militar Terrestre & São Paulo & EB & FEB & ANVFEB Webmaster em 09 Mar 2010

Coronel de Artilharia Salli Szajnferber

Coronel de Artilharia Salli Szajnferber

Salli Szajnferber, bravo Soldado Brasileiro de fé judaica, Herói de Montese, nos combates da Itália honrou a memória de Mallet, Patrono da Arma de Artilharia.

Lamentamos informar o falecimento do Heroi da FEB Coronel de Artilharia Salli Szajnferber, ontem em sua residencia, aos 86 anos.

O sepultamento realizou-se hoje terça-feira 09 de março de 2010 as 14h no

Cemitério Comunal Israelita
Rua Mons Manuel Gomes, 311
São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ
(após o Cemiterio São Francisco Xavier)

Que a sua alma se incorpore a corrente da Vida Eterna.

Breve Resumo Biográfico (extraido do livro SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE)

Tenente de Artilharia Salli Szajnferber

Salli Szajnferber nasceu aos 04–10-1923 no Rio de Janeiro, filho de Abram e Berta, emigrantes da Polônia.

o menino Salli estudou no Instituto La-Fayette, na Rua Haddock Lobo, em seguida o Colégio Militar, após o que prestou concurso para a Escola Militar do Realengo,

Salli se classificou em terceiro lugar no concurso e aos 08/jan/1944, para orgulho dos pais, obteve o segundo lugar da turma e foi declarado Aspirante a Oficial, do Exército de Caxias, da Artilharia de Mallet, a cujas tradições iria honrar ao longo de uma carreira exemplar.

Logo escolheu por vontade própria servir em uma unidade expedicionária, o Grupo de Artilharia de São Paulo, I/2º. Regimento de Obuses Auto Rebocado, integrante da FEB que estava sendo formada. Foi deslocado para a Vila Militar e daí para o Forte do Campinho, embarcando em 22/set/1944 para a Itália no navio americano de transporte de tropas General Mann, 2º. Escalão.

Salli combateu em 2 grandes momentos da FEB, a Tomada de Monte Castelo e Montese. Exerceu a principio as funções de Oficial de Motores, e em seguida de Comandante de Linha de Fogo – CLF, e Observador Avançado da Artilharia.Somente a sua bateria deu 3.700 tiros de obus 105 mm sobre Monte Castelo, que sumia em meio a fumaça dos bombardeios de artilharia e de aviação.

Em Montese foi levemente ferido, quando Observador avançado junto a 9ª. Companhia do III Batalhão do 11º. Regimento de Infantaria. Foi o mais sangrento combate da FEB, com 574 baixas entre mortos e feridos. O III Grupo de Artilharia deu em Montese 9 mil tiros.

Em 28 de abril de 1945 a Bateria de Salli recebeu como missão apoiar o 6º. Regimento de Infantaria no cerco ao inimigo na Ofensiva da Primavera, o qual terminou por se render. Era a 148ª. Divisão alemã, com todo seu material, canhões, tropa a cavalo e remanescentes da divisão Panzer Grenadier e Bersaglieri italiana. O General Otto Fretter Pico se rendeu com outro General italiano, 892 oficiais, 19.689 soldados, 80 canhões, 5 mil viaturas e 4 mil cavalos.

Nessa noite, a Bateria teve que fazer a guarda de 900 prisioneiros, quando foi apreendida uma enorme bandeira nazista, que hoje se encontra no museu do 20º. Grupo de Artilharia de Campanha Leve em Barueri-SP, o Grupo Bandeirante e que justamente a cada 29 de abril a 01:45 da madrugada comemora a última missão de tiro da Artilharia Divisionária da FEB na Itália.

Pela sua bravura em ação na tomada de Montese, foi agraciado pelo Presidente da República com a Cruz de Combate de 1a. Classe. O diploma assinado pelo Ministro da Guerra General Pedro Aurélio de Góis Monteiro destaca sua grande coragem, sangue frio e capacidade de ação, durante os encarniçados combates de 14 e 15 de abril de 1945. Progredindo em terreno minado severamente batido por fogo de artilharia, morteiro e armas automáticas, o Ten Salli cumpriu galhardamente a sua missão de Observador Avançado ajustando com precisão os tiros da nossa artilharia.

Foi ainda elogiado em Boletim pelo Comandante do Regimento Tiradentes, 11º. RI de São João D’el Rey, Cel Inf Delmiro Pereira de Andrade, pela bravura e espírito de sacrifício nas duras jornadas de 14 e 15 de abril, junto aos pelotões terrivelmente hostilizados pelo inimigo. A sua calma, a sua competência e a sua bravura pessoal o fizeram credor da admiração de toda a Companhia.


Israel Blajberg

Blajberg & História Militar Terrestre & EB & FEB & ANVFEB & AHJB & Rio de Janeiro Webmaster em 06 Mar 2010

Major Enf ELZA Cansanção Medeiros † 08 dez 2009

Major ELZA Cansanção Medeiros integrando o Grupamento dos Ex-Combatentes ao abrir o Desfile Militar em 7 de Setembro de 2007, na Av. Pres. Vargas - Rio de Janeiro.

Major Enf ELZA Cansanção Medeiros

Veterana da Força Expedicionária Brasileira

Sócia Titular - Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e AHIMTB - Academia de História Militar Terrestre do Brasil

Deixou-nos um ícone, quase um mito, uma vida inteira de dedicação, entusiasmo, ideais elevados a pautar uma carreira consagrada a memória da FEB, ao Exército, ao Brasil, que perde o brilho da sua inteligência, o calor da sua dedicação, o encanto da sua presença.

A cada 7 de Setembro, a multidão diante do Pantheon de Caxias se surpreendia ao ver passar o Grupamento dos Ex- Combatentes.

Uma figura marcante de mulher, fardada, logo despertava a atenção do público, desfilando embarcada numa das primeiras viaturas.

O tempo passava mas não afetava seu brilho, nem fazia com que deixasse de manter, altaneira, a postura ereta com que saudava as Autoridades no palanque, sempre uma das mais aplaudidas.

Num dia de 1944, partiu para o desconhecido em defesa da democracia e da liberdade, retornando com a FEB coberta de glórias.

As lembranças da guerra nos remetem àquela época difícil, quando a então Tenente Enfermeira Elza Cansanção Medeiros, com suas colegas do Corpo de Saúde da FEB, em meio às vicissitudes dos combates, não media esforços nem sacrifícios para que a dor dos soldados que sofriam pudesse ser minorada.

Herdara dos pais a coragem e o desprendimento dos bravos das Alagoas, terra de gente forte e decidida, que deu ao Brasil nossos dois primeiros presidentes: Marechal Deodoro da Fonseca e Marechal Floriano Peixoto.

Portanto, não foi surpresa ter sido aquela jovem Enfermeira a primeira voluntária brasileira a se apresentar, alistando-se para a Segunda Guerra Mundial.

Era o dia 18 de abril de 1943, quando o Corpo de Enfermeiras da Reserva do Exército recebeu a primeira das suas 67 integrantes, a que se somaram mais 6 da Aeronáutica.

Logo veio o treinamento na Fortaleza de São João, no HCE e na Policlínica, e o embarque por via aérea para o TO da Itália, onde as Enfermeiras da FEB se destacaram pelo carinho e profissionalismo com que souberam se desempenhar de suas funções, granjeando o respeito e admiração da tropa.

Foram dignas de uma Ana Néri, que partiu em 1865 para a guerra do Paraguai com autorização especial do Imperador. 75 anos depois estas outras mulheres guerreiras reviveram em todo o esplendor e beleza aquela figura sublime, inspiradas ainda em Joana Angélica, Maria Quitéria, Rosa da Fonseca, Anita Garibaldi, Bárbara Heliodora, Sóror Angélica, e tantas outras heroínas brasileiras.

Seu trabalho multidisplinar foi riquíssimo, distribuindo-se por inúmeras diversas vertentes, da iconografia a escultura, da museologia a produção literária, incansável atuação reconhecida pelas inúmeras condecorações que lhe foram outorgadas, alem de filiação a importantes institutos, tendo criado o mais completo acervo iconográfico da FEB, preservando a memória histórica através de 5 mil fotografias.

Nos últimos meses não deixou de trabalhar, lançando uma edição especial da Revista do Exercito Brasileiro sobre a FEB, um livro sobre o papel da Mulher Brasileira, e sendo agraciada com a Medalha Pedro Ernesto no Palácio Tiradentes.

Possuía mais de 40 medalhas nacionais e estrangeiras, tendo sido a primeira mulher a ingressar no IGHMB, na categoria de socia-titular, no ano do cinquentario daquela instituição. Ocupava desde 2007 a Cadeira Especial Historiadora Militar Terrestre Brasileira, como primeira mulher a ocupar cadeira na AHIMTB – Academia de Historia Militar Terrestre do Brasil.

Em Maceió criou o Museu Militar da Segunda Guerra Mundial, com peças históricas de elevado valor, como aquelas recuperadas do Itapagé, torpedeado na costa de Maceió. Os verdes mares alagoanos foram o túmulo daqueles brasileiros, bravos tripulantes e passageiros inocentes, vitimas da sanha nazista.

Outra faceta não menos destacada era seu trabalho como escultora de bustos de militares famosos. Do Marechal Mascarenhas de Moraes, o Grande Comandante da FEB foram 40 esculturas, A estatueta representando uma enfermeira em continência, é o prêmio oferecido às primeiras colocadas da Escola de Administração do Exército em Salvador, que vem a ser o seu auto-retrato.

Custa a crer que tenha nos deixado, mas o fez com a sensação de missão cumprida, como atestam as muitas medalhas merecidamente conquistadas que repousam sobre o seu peito.

A mulher de fibra se foi, mas o exemplo frutificará, do trabalho ingente, da dedicação aos ideais, da preservação e divulgação da memória da FEB. A melhor homenagem que lhe poderemos prestar será manter desfraldada a bandeira a qual dedicou toda a sua rica existência.

Que a sua alma se incorpore a corrente da vida eterna.

No Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste no Rio de Janeiro, uma Missa de Corpo Presente é dedicada à brava Mulher–Soldado, do Exército de Caxias, da FEB de Mascarenhas.

Envergando o uniforme verde-oliva, a expressão do seu rosto é a mesma de como a conhecíamos em vida, parecendo apenas adormecida, no esquife envolto pelo Pavilhão Nacional. As inúmeras coroas de flores em volta expressam o respeito e admiração do Exército Brasileiro, em uma ultima homenagem.

Na missa de corpo presente, uma profusão de uniformes brancos do Serviço de Saude, a visão da cruz vermelha remetendo a missão humanitária cumprida pela Major Elza nos campos de batalha da Europa, de onde retornou para se transformar em verdadeiro simbolo. Lá confirmou diuturnamente no 7th Field Hospital o ditame do Talmud:

“ … quem salva uma vida … salva toda a Humanidade … “

Segundo ensinam os comentários das Escrituras, as almas não se afastam logo deste mundo, nos primeiros 7 dias pairam sobre a casa terrena e lugares que frequentaram e onde trabalharam. Assim é que nossa irmã Elza, durante boa parte da sua vida fisica tendo labutado no Arquivo Historico do Exercito naquele mesmo Palacio, capturou do alto o fervor da missa e o calor das homenagens. Certamente até lá chegou o lamento das sirenes dos batedores, em uma derradeira despedida atravessando a Presidente Vargas, ali mesmo onde tantas vezes desfilara no 7 de Setembro, agora em direção ao Caju para o derradeiro rito de passagem, a cremação. Não obstante, que o Eterno permita a ressureição da sua alma, quando vier o Messias da Casa de David.

“Old soldiers never die, they just fade away” - verso famoso de antiga balada da I Guerra Mundial - Velhos Soldados nunca morrem, eles apenas se afastam, distanciando-se lentamente no tempo e no espaço.

Aos 88 anos partiu, adentrando o Portal do Paraíso. Foi uma sentida perda, para a familia, para o Exército a quem tão carinhosamente se dedicava, seus inúmeros irmãos de armas, amigos e admiradores, e para todos nós, a quem lega o exemplo e inestimável lição de vida.


Israel Blajberg

CPOR/RJ & Blajberg & História Militar Terrestre & CPOR/SP & EB & FEB & ANVFEB & AHJB Webmaster em 05 Mar 2010

21 de fevereiro – Tomada de Monte Castello

TOMADA DE MONTE CASTELO

O passado não pode ser esquecido

Neste 21 de fevereiro, quando em 1945 os bravos da FEB foram vitoriosos no quinto e ultimo assalto a Monte Castello, nossos pensamentos voltam-se para aqueles heróis, transcorridos 65 anos.

O nazismo foi derrotado, entretanto mesmo após tanto sofrimento, ainda hoje se enxergam aspectos positivos na ditadura de Hitler, conforme estudo de uma universidade alemã.

A partir de 1942 o Brasil foi covardemente agredido pela Alemanha Nazista. 38 navios mercantes torpedeados, 549 tripulantes e 502 passageiros afogados, 1051 preciosas vidas brasileiras.

O Monte Castello havia sido atacado 4 vezes por tropas brasileiras e pela Divisão de Montanha americana, em novembro e dezembro de 1944.

A infantaria avançava penosamente pela neve e lama, sob um fogo pesado. Clássica situação dos manuais: o inimigo tem a vantagem da altura. Mesmo assim alguns pelotões conseguiram atingir o cume do monte, tendo de se retirar após sofrer pesadas perdas. Um dos batalhões teve 15% de baixas entre mortos, feridos e desaparecidos.

Os tenentes Apollo Miguel Rezk e Moises Chahon, que comandavam pelotões na cota 958, e o tenente Gervasio Deschamps, que subira com parte de seu pelotão continuaram a resistir - embora a ordem fosse para recuar.

A vitória final veio ao cair da tarde do dia 21, com apoio do 1°. Grupo de Caça, o Senta-a-Pua, e da Artilharia Divisionária.

O 1°. RI - Regimento Sampaio finalmente conquistou as casamatas da cota 977 do Monte Castello, resistindo à fadiga, a estafa e ao frio, e ainda tendo de cavar fox-holes para a eventualidade do contra-ataque alemão que jamais chegou.

Por bravura em ação, diversos pracinhas foram condecorados com as mais valiosas medalhas brasileiras e americanas, entre os quais o Herói da Reserva, Ten Apollo Miguel Rezk, Cmt Pel da 6ª. Cia, que recebeu a Silver Star Medal, junto com Chahon e Gervasio, e o Capitão Valdir Moreira Sampaio, Cmt da 5ª. Cia do 2°. Btl, que recebeu a Bronze Star Medal, todos do Regimento Sampaio.

O Brasil se orgulhou dos seus pracinhas, que enfrentaram os nazistas na neve das escarpas sob fogo de metralhadoras e morteiros do alto, levando apenas o armamento, a própria ração, e a coragem exemplar.
Neste 2010 que marca os 65 anos do final da 2ª. Guerra Mundial, o 21 de Fevereiro ganha significado ainda mais relevante. Como farol na escuridão lembra tantos anos depois que o mesmo perigo ainda ronda ameaçador.

Quando um chefe de estado emula novamente os pérfidos postulados nazistas, cabe perguntar se as lideranças democráticas mundiais pretendem novamente esperar até que seja tarde demais. Hitler não tinha a bomba atômica.

As datas recordatorias se sucedem, Noite dos Cristais de novembro de 1938, invasão da Polônia em setembro de 1939, sem que o Mundo desperte.

Elie Wiesel, Premio Nobel da Paz de 1986 e sobrevivente de Auschwitz, em sua obra interpreta o canto de uma geração perdida:

“… desde o fim do pesadelo rebusco o passado … quanto mais longe vou, menos compreendo … talvez não haja nada a compreender…”

A Humanidade segue na corda bamba, sem conseguir entender que o compromisso de Wiesel, originado no sofrimento do seu povo, se amplia para abarcar todos os povos e raças oprimidas, e não se prende apenas ao passado, mas, o que é pior, ao futuro.

Passadas mais de 6 décadas, o significado da batalha de Monte Castelo está cada vez mais atual.

Mas ainda há tempo. Novamente, é como se a cada dia estejamos lutando contra os mesmos inimigos, lançando outra vez as 4 primeiras investidas contra o mal encastelado no alto da crista, tentativas plenas de sacrifícios e perdas, mas com a certeza de que a vitória sofrida um dia chegará.

Por isso é tão importante que a cada ano sejam lembrados os combatentes de Monte Castelo, que com destemor ensinaram preciosa lição, deixando-nos seu legado para defender.


Israel Blajberg

CPOR/RJ & Blajberg & História Militar Terrestre Webmaster em 08 Nov 2009

Posse na Academia de Historia Militar

AHMT

Foi empossado em outubro de 2009 na ACADEMIA DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL (AHIMTB), sediada em Resende-RJ, o Coronel da Reserva Claudio Skora Rosty, pesquisador das Invasões Holandesas no Brasil (Insurreição Pernambucana) e sobre os feitos do Cel ARCISZEWSKI – Polonês à serviço da Companhia das Índias Ocidentais (1º polonês nos anais da História do Brasil). O empossado é assessor da Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exercito e consultor técnico-científico em História Militar do Laboratório de Arqueologia do Departamento de História da Universidade Federal de Pernambuco. Passa a ocupar a Cadeira cujo Patrono e o Prof. Dr. José Antônio Gonsalves de Mello, pela elevação a Acadêmico Emérito do ocupante anterior, o Prof. Dr. Frederico Pernambucano de Mello, historiador do Brasil profundo, sobrinho do Patrono.

A posse, realizada no Arquivo Nacional, na Praça da Republica, contou com a presença do Presidente da Academia, Coronel Claudio Moreira Bento, do Delegado da Academia no Rio de Janeiro, Professor Israel Blajberg e de inúmeros professores e historiadores civis e militares, tendo o empossado sido recebido em nome da Academia pelo Cel Darzan Neto da Silva, em primorosa alocução.

Academicos presentes ao evento

Acima: Academicos presentes ao evento

Cel Rosty Cel Bento Gen Castro Prof Israel

Acima: Cel Rosty Cel Bento Gen Castro Prof Israel

Cel Rosty Cel Bento

Acima: Cel Rosty Cel Bento

Na sua saudação ao Patrono, o Cel Rosty destacou a atuação de GONSALVES DE MELLO (1916-2002), GRÃO MESTRE DA HISTÓRIA DE PERNAMBUCO E DO NORDESTE, que realizou estudos da língua holandesa para melhor pesquisar e descrever em suas mais de 30 obras, a Influência da ocupação holandesa na vida urbana e na vida rural do Nordeste do Brasil - primeira metade do século XVII, abordando a situação do negro sob o domínio Holandês, os negros e a escravidão; os índios e a catequese; os portugueses e os judeus; as religiões católica e a israelita.

Ainda como estudante de Direito, Mello tomou parte no Congresso Afro-Brasileiro do Recife em 1934 e iniciou as pesquisas sobre o domínio holandês em Pernambuco, quando estudou holandês antigo com padres holandeses residentes no Recife. Esteve varias vezes nos Arquivos dos Países Baixos, onde examinou a Documentação da Companhia das Índias Ocidentais, e no Arquivo Municipal de Amsterdã. Produziu dezenas de obras, entre as quais TEMPO DOS FLAMENGOS e Gente da Nação, lançada em 1989.

A sua obstinação de pesquisador prolífico foi reconhecida por relevante titulação, como a Livre-docência da Real Universidade de Utrecht, a concessão da Ordem de Orange-Nassau, no grau de oficial, outorgada pela Rainha Juliana. a Ordem Militar de Cristo, concedida pelo Governo português, e a admissão na Academia Portuguesa da História – Correspondente - cadeira 37.

O Cel Rosty tem obras publicadas sobre as batalhas travadas pelos patriotas brasileiros que determinaram a expulsão dos holandeses no Brasil, e comandou o Regimento Guararapes no Recife, guardião ao Parque do mesmo nome, PARQUE HISTÓRICO NACIONAL DOS GUARARAPES (PHNG). – JABOATÃO DOS GUARARAPES – PE, que recorda a fantástica historia da união entre índios, negros e portugueses, formando o nascente Exercito Brasileiro, considerada a sua origem como sendo em 19 de abril de 1654, data da segunda Batalha de Guararapes.

Durante o seu comando o Cel Rosty teve oportunidade de acompanhar os trabalhos que levaram ao resgate da primeira sinagoga do Recife e das Américas, com a confrontação da planta original encontrada pelo arquiteto José Luiz da Mota Menezes da Empresa de Urbanização do Recife – URB, confirmando a identificação do local, cujo sitio foi escavada pelo arqueólogo militar Marcos Albuquerque do Laboratório de Arqueologia da UFPE.

O Cel Rosty recordou a Rua do Bom Jesus engalanada para festejar a reconstituição da Sinagoga em cerimônia da qual participou em 7 de marco de 2002. Melo porém, dois meses antes, no dia 7 de janeiro de 2002, já havia se afastado de nosso convívio em busca da eternidade, deixando três filhos: Diva Maria Gonsalves de Mello, Maria Dulce Gonsalves de Mello e Ulysses Pernambucano de Mello, neto, e os estudos que culminaram com o descobrimento da sinagoga que existiu de 1636 a 1654 na Rua do Bom Jesus.

Entre outras autoridades compareceram também o Pároco Jan Sobieraj, da Igreja Polonesa da Rua Marques de Abrantes, o Capitão Engenheiro Ignacy Felczak, Presidente da SPK – Sociedade Polonesa dos Veteranos de Guerra, o Gen Jonas de Moraes, ex-Ministro-Chefe do Estado Maior das Forcas Armadas, General Paulo César de Castro, ex-Chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa do Exercito, General Geraldo Nery, Coordenador do Programa de Historia Oral do Exercito, Academico Cel Luis CArlos Carneiro de Paula do IGHMB e AHIMTB, Cel Jose Dinoá Medeiros Jr. da DPHCEx, TCel Carlos Alberto NAccer, comandante do 1°. Batalhão de Infantaria Motorizada da Vila Militar.
Nas fotos vemos alguns dos Academicos e Autoridades presentes a Sessao Solene de Posse.

Relato enviado por

Israel Blajberg

Blajberg & História Militar Terrestre & Abore & São Paulo & História & EB & FEB & ANVFEB & AHJB Webmaster em 05 Set 2009

SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE - Os 42 Heróis Brasileiros Judeus da II Guerra Mundial

Em Ato Cívico na sede do

O ARQUIVO HISTÓRICO JUDAICO BRASILEIRO - AHJB, o Livro do 2o. Ten R/2 Art, Engenheiro e Professor Israel Blajberg sobre os 42 Heróis Brasileiros Judeus da II Guerra Mundial, foi lançado em São Paulo no final de agosto, durante a Semana do Soldado, quando foi prestada uma homenagem a Ex-Combatentes brasileiros e de Nações Amigas presentes na ocasião.

Editado pela ACADEMIA DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL - AHIMTB, tem participação especial do General Ruy Leal Campello, Veterano do Regimento Sampaio da FEB e do Batalhão Suez, e uma das ultimas mensagens públicas do Marechal Waldemar Levy Cardoso, falecido recentemente aos 108 anos.

25 eram da FEB - Força Expedicionária Brasileira (Itália), 4 do Exército Brasileiro (Defesa do Litoral), 4 da Marinha do Brasil, 3 da FAB e 6 da Marinha Mercante, alguns agraciados com medalhas concedidas apenas em casos de bravura excepcional em combate, como a Silver Star do Exército Americano e a Cruz de Combate de 1a. Classe.

Pouco se falou ou escreveu sobre os 42 veteranos até maio de 2005, quando foram homenageados no Grande Templo Israelita do Rio de Janeiro, por ocasião dos 60 Anos do Dia da Vitória.

O evento constituiu-se em homenagem ao Exercito Brasileiro, na semana que comemora o Dia do Soldado, aos ex-combatentes brasileiros de todas as fés, ao AHJB, entidade que preserva a memória da comunidade judaica brasileira, e a Academia de Historia Militar Terrestre do Brasil, na pessoa do seu Presidente Cel Cláudio Moreira Bento que realizou o projeto editorial,

A CIBRACON – Companhia Brasileira de Construções, e a Construtora e Incorporadora Atlântica S/A, comemorando seus 40 anos, concederam um valioso patrocino cultural que permitiu a realização do evento.

Tendo como mestre de cerimônias o Prof Carlos Kertész do AHJB, o evento contou com a presença de publico expressivo e de autoridades civis e militares, entre as quais:

Coronel Edison Luiz da Rosa, acompanhado de sua esposa, representando o General Antonio Gabriel Esper, Comandante Militar do Sudeste

Major Magnus Copetti Weber, Subcomandante, acompanhado de uma representação do CPOR/SP, composta pelo Tenente César, Sargento Gama e 7 Alunos, um de cada Curso

Capitão Tenente representante do Vice Almirante Arnaldo de Mesquita Bittencourt Filho, Comandante do 8°. Distrito Naval

Presidente da ABORE - Associação Brasileira dos Oficiais da Reserva do Exercito, Tenente R/2 Aniz Buissa

Sargento representando o Tenente Coronel Betat, Chefe do 3°. Comando Telemático de Área

Vet. Isaac Plut, foi Soldado do CRP da FEB na Vila Militar – RJ

Coronel Jairo Junqueira da Silva, Presidente da Associação dos Ex-combatentes do Brasil, Seção de São Paulo

Veterano Antonio Cruchaki, Presidente da ANVFEB de São Bernardo do Campo e sua esposa, Da. Nadir Pereira de Souza Cruchaki, Diretora Social

Capitão Gonzalez, do Museu da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, Seção de São Paulo

Veterano da Marinha Francesa André Akiba Levi e Sra.

Vereador Gilberto Natalini (PSDB)

Luciana Feldman, Assessora Parlamentar da Câmara Municipal de São Paulo

Prof. Dr. César Campiani Maximiano, historiador da FEB

diversos associados do Arquivo e entidades culturais militares e da comunidade judaica.

Na abertura, a Banda de Musica do 2°. Batalhão de Policia do Exercito executou o Hino Nacional Brasileiro, seguindo-se a execução pelo corneteiro do 2°. BPE do Toque de Presença de Ex-Combatente, dado encontrarem-se presentes veteranos da FEB.

A Mesa Diretora estava composta pelo Dr Jaime Serebrenic, Presidente do AHJB, Dr Mauricio Serebrinic, Vice-Presidente do AHJB, Cel Edison Luiz da Rosa, Assistente do Comandante Militar do Sudeste e pelo autor.

O evento iniciou-se com a saudação do Dr Jaime Serebrenic, Presidente do AHJB ao Dia do Soldado e Semana do Exercito, dizendo da satisfação do Arquivo em prestar esta homenagem ao Exercito e aos Veteranos. Agradeceu a presença das autoridades civis e militares, especialmente a delegação do CPOR, recordando que ele mesmo é um ex-aluno do CPOR de Salvador, que cursou nos idos da década de 50.

O autor fez um breve resumo sobre os SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE, enfatizando o heroísmo, desprendimento e resgate desta memória após tantas décadas.

O Cel Edison Luiz da Rosa, maior autoridade militar presente fez uso da palavra, recordando ser ele mesmo também um descendente de imigrantes, portugueses. Em brilhante oração, recordou sua terra natal Cruz Alta, e seu pai, sargento do Exército, de quem herdou o gosto pela carreira das armas.

Foi feita a entrega solene de um certificado de reconhecimento outorgado pelo AHJB a diversas personalidades que vem trabalhando em prol da preservação da memória da participação brasileira na 2ª. Guerra Mundial, marcando a homenagem prestada aos ex-combatentes do Brasil, ao Dia do Soldado, já que recordar sempre a memória dos feitos heróicos e a luta dos bravos combatentes brasileiros será a melhor homenagem que se lhes poderá prestar,

Encerrada a sessão, o autor autografou exemplares do livro para os presentes, em animado coquetel por Mr. Knich & Cia., na sede do Arquivo, onde foi também montada uma exposição alusiva à temática do livro, com pecas originais da 2ª. Guerra Mundial cedidas pela Associação dos Ex-Combatentes do Brasil – Seção SP, e do acervo pessoal do autor.

ARQUIVO HISTÓRICO JUDAICO BRASILEIRO - AHJB

Rua Estela Sezefreda, 76 - São Paulo - SP

Jayme Serebrenic

Presidente da AHJB

 

Cel Claudio Moreira Bento

Presidente da AHIMTB

 

CPOR/RJ & Blajberg & História Militar Terrestre & Convite & Abore & São Paulo & AHJB Webmaster em 08 Ago 2009

SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE

O ARQUIVO HISTÓRICO JUDAICO BRASILEIRO - AHJB e a ACADEMIA DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL - AHIMTB tem a honra de convidar para o lançamento do livro do Professor e 2o. Ten R/2 Israel Blajberg

 

 

SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE

Os 42 Heróis Brasileiros Judeus da II Guerra Mundial

Quarta-feira 26 de Agosto de 2009 às 19:00 h

Com nominata dos Veteranos, seguindo-se coquetal

ARQUIVO HISTÓRICO JUDAICO BRASILEIRO - AHJB

Rua Estela Sezefreda, 76 - São Paulo - SP

Jayme Serebrenic

Presidente da AHJB

 

Cel Claudio Moreira Bento

Presidente da AHIMTB

 

RSVP até 23/08: (11) 3088-0879

Traje

Civis: esporte fino

Militares: o correspondente

Blajberg & História Militar Terrestre & História & EB Webmaster em 04 Ago 2009

“Pátria-Mãe!”

“Quando, triste e envergonhado, leio a mentira divulgada em textos revisionistas e marxistas… quando, feliz e orgulhoso, associo-me às comemorações da data magna de Portuga l, ainda que dela nenhuma referência tenha encontrado na imprensa brasileira, brado com emoção…”

…Obrigado, Portugal, Pátria-Mãe do meu Brasil!

Obrigado porque teus descobridores partiram da ocidental praia lusitana e, por mares nunca d’antes navegados, foram bem além do Bojador, além da dor, e descobriram para o mundo a terra onde eu nasci.

Obrigado por teres batizado esta parte do Novo Mundo de Terra de Santa Cruz, e que se fez conhecida como Brasil. Nas velas enfunadas da esquadra de Pedro Álvares Cabral, teus navegadores, a cruz e a espada lado a lado, revelaram-nos e marcaram-nos para sempre com a Cruz da Ordem de Cristo. E, de imediato, mandou o Descobridor celebrar missa em louvor a Nosso Senhor Jesus Cristo, fazendo do Brasil a Nação cristã da qual e do que todos nos orgulhamos. Obrigado pelo cristianismo!

Obrigado pela última flor do Lácio, inculta e bela! Porque tu, Portugal, nos colonizaste, herdamos o idioma que Luiz Vaz de Camões e Fernando Pessoa imortalizaram. Obrigado, pois que, assim, permitiste que na tua língua latina se imortalizassem Machado de Assis, Castro Alves, Olavo Bilac, Rui Barbosa, Gustavo Barroso e outros patrícios que bem a esgrimiram. Graças ao teu Português, ao nosso Português, os cento e noventa milhões de brasileiros se expressam e se entendem, emprestando unidade exemplar à Nação. É por meio do idioma de nossos antepassados luso-brasileiros que se entendem o caboclo da Amazônia e o capoeirista da Bahia, o jangadeiro nordestino e o empresário paulista, o gaúcho dos pampas e o seringueiro do Acre, o sambista carioca e o boiadeiro do pantanal, o seresteiro das Minas Gerais e o índio de todas as tribos. Obrigado pelo idioma que nos une e nos faz Nação!

Obrigado pelo território que nos legaste! Obrigado pela audácia, bravura, coragem, empreendedorismo e despojamento dos teus e dos nossos bandeirantes e entradistas que ousaram transpor Tordesilhas. Povoados e vilas, rios e campos, riquezas e ciência, tudo legaram em função da obra desbravadora que tanto enriquece nossa História. Pelas mãos daqueles bravos e dos homens do litoral a Pátria foi sendo desbravada, demarcada e construída. Obrigado pelo território, magistralmente defendido por teus diplomatas, cuja obra tornou-se imortal nos teus tratados com Espanha, entre os quais sobressai o de Madrid. Obrigado pela terra que nos legaste.

Obrigado por esta mesma terra que para nós demarcaste e defendeste, semeando marcos, padrões e fortificações. Aí estão os fortes e fortalezas das Baías de Guanabara e de Todos os Santos. Aí estão as fortificações em todo o litoral, como, por exemplo, as do Recife, de Natal e Belém. Aí estão, sobretudo, provas da obstinação e da capacidade de teus engenheiros em Príncipe da Beira e em Coimbra. Obrigado, pois, pela riqueza histórica e cultural que, por meio tuas obras defensivas, tu nos presenteaste.

Obrigado pela coragem e bravura, pelo espírito combativo e destemido com que tu, Portugal, lideraste lusos e brasileiros nas lutas contra o invasor francês, no Rio de Janeiro e no Maranhão. Assim também nos combates contra o ousado invasor holandês, na Bahia, em Pernambuco e em outras praias do Nordeste. Da mesma forma, com determinação, comandaste os teus e os nossos nas pelejas contra os ingleses na calha amazônica.

Obrigado pela integridade do patrimônio territorial, afirmada e confirmada pela transmigração de tua Corte para o Rio de Janeiro, o que fez do monarca português o único rei europeu a visitar e a viver no Novo Mundo. Não fora a sábia e oportuna decisão tomada pelo Príncipe Regente, quem sabe como teríamos nosso País, quase metade da América do Sul, do qual desfrutamos em pleno Século XXI? Obrigado pelo legado da permanência da Corte no Brasil, de que são exemplos o Jardim Botânico e a Academia Militar das Agulhas Negras, o Banco do Brasil e o Arquivo Histórico do Exército, a Justiça Militar, a Polícia Militar do Rio de Janeiro e o Corpo de Fuzileiros Navais, exemplos lembrados a esmo entre tantos outros que bem poderiam ter sido recordados. Obrigado pela integridade do território.

Obrigado pela independência, proclamada pelo teu Pedro IV, que, em momento de magnífica lucidez e de amor ao Brasil, D. João VI deixou-nos como Príncipe Regente. Fizemo-nos independentes de ti, mas o sangue lusitano organizou o Império do Brasil e nos governou até a Regência. Não se pode esquecer que, também nas veias e artérias do brasileiro D. Pedro II corria o sangue de Portugal, filho de teu Rei D. Pedro IV. Obrigado pela voz que bradou “Independência ou Morte!”.

Obrigado pelo verde e pelo amarelo, nossas cores nacionais desde o Império e que perpetuaram, em nosso pavilhão, as cores das dinastias de Bragança e dos Habsburgos. Nelas, hoje e no mundo inteiro, encontramos nossa identidade e por elas somos prontamente reconhecidos. São cores que fazem bater mais forte o coração do brasileiro. Elas estão em nossos quartéis, belonaves, aeronaves, edifícios públicos, estádios, legações e trajes desportivos. Obrigado aos da Casa de Bragança e aos da Casa dos Habsburgos por nossas cores nacionais.

Obrigado pelo jeito brasileiro de ser, tão marcado pela miscigenação adotada e praticada pelo colonizador. Porque os teus se miscigenaram, não somos racistas. Ao contrário, abominamos os que nos querem fazer ver e pensar de outra forma. Não fossem os teus e não teríamos as decantadas mulatas que tanto nos orgulham e que encantam platéias quando evoluem ao som de samba e do frevo, do maracatu e do boi bumbá.

Obrigado pelo legado artístico que hoje exibimos em nossas igrejas. São, os próprios templos, admiráveis obras de arte, com seus riquíssimos acervos em imagens, objetos de ouro e prata, pinturas e esculturas. Obrigado pelo que nos ensinaste e deixaste em arte sacra.

Obrigado pelo que nos ofereceste quando comemoramos, em 1972, o sesquicentenário de nossa independência. Deste-nos o corpo do próprio D. Pedro I, hoje guardado em venerável repouso no Monumento do Ipiranga, às margens do mesmo riacho no qual proclamou-nos Nação livre e soberana. Obrigado por deixá-lo repousar em terras brasílicas.

Obrigado pelos costumes, valores e tradições que nos fazem parte inconfundível da civilização ocidental. À tua predominante cultura somaram-se contribuições italianas e indígenas, espanholas e africanas, finlandesas e alemãs, japonesas e coreanas, holandesas e russas, todas artífices da cultura brasileira, perfeitamente integrada e identificada à do Ocidente. Obrigado por nos ter aberto as portas do Ocidente cristão.

Obrigado por tudo, Portugal! Obrigado, Pátria-Mãe!

Rio de Janeiro, RJ, 29 de julho de 2009,

“Dia do nascimento da Princesar Isabel”, “Dia do falecimento do Marechal Floriano”.

Texto que escrevi estimulado por antigo conceito, o de pátria-mãe, que aprendi nos bancos da escola primária e que os revisionistas fazer questão de olvidar.

Gen Ex Paulo Cesar de CASTRO,
ultimo Chefe do DEP, atual DECEX, e Academico da AHIMTB

CPOR/RJ & Blajberg & História Militar Terrestre Webmaster em 04 Ago 2009

AHIMTB em Sessão Solene no Clube Militar

Academia de História Militar Terrestre do Brasil

Academia de História Militar Terrestre do Brasil

Em 29 de julho de 2009 o novo Acadêmico Gen Ex Gilberto Barbosa FIGUEIREDO tomou posse na Cadeira 22 - Marechal José Pessoa, fazendo um retrospecto sobre o Patrono e respectivos ocupantes anteriores, Cel Cláudio Moreira BENTO e Gen Ex Gleuber Vieira (Elevado a Acadêmico Emérito), aos quais sucedeu respectivamente.

Tem sido notável, a atuação do acadêmico Gen Gilberto em prol da Academia de História Militar Terrestre do Brasil que há 13 anos tem contribuído para ajudar o Exército na conquista do objetivo estratégico nº. 1 do Exército, assim definido ao tempo do ministro Gen. Ex Zenildo de Lucena e reafirmado por seus sucessores:

“Pesquisar, preservar, cultuar e divulgar a História, as tradições e os valores morais, culturais e históricos do Exército”.

0 Acadêmico Gen Ex Paulo César de Castro, ocupante da Cadeira nº. 12 – Gen Estevão Leitão de Carvalho, recebeu em nome da AHIMTB ao novo Acadêmico Gen Ex Gilberto Barbosa FIGUEIREDO.

Acadêmicos presentes na posse do Gen Figueiredo

Da esquerda para a direita:

Acadêmico Cel Darzan Neto da Silva. Acadêmico Gen Ex Paulo César de Castro. Acadêmico empossado Gen Ex Gilberto Barbosa Figueiredo, Presidente do Clube Militar e sua esposa. Cel Cláudio Moreira Bento Acadêmico Emérito Presidente da AHIMTB. Acadêmico Emérito Gen Ex Luiz Gonzaga Shoroeder Lessa, Presidente de Honra da sessão. Acadêmico Ten R/2 Art Eng Israel Blagberg, Delegado da AHIMTB no Rio de Janeiro e seu 3ª Vice Presidente. Acadêmico Gen Bda Geraldo Luiz Néri da Silva.do Projeto Memória Militar, Acadêmico Sub Ten Bombeiro Antonio Mattos, historiador do CBMRJ. Acadêmico Marcelo Peixoto e Acadêmico Emérito Cel PMRJ Vidal D. Barros, professor de História da Academia da PMRJ.

( Local Sala Cel Antonio Sena Madureira do Clube Militar)

Destaque, para orgulho de todos nós, oficiais R/2 do Exército Brasileiro, as palavras de agradecimento pela notável contribuição ao esforço de planejamento e organização deste evento prestada pelo ilustre Acadêmico, delegado e 3 º vice presidente da AHIMTB Ten Art R/2 Israel Blajberg e equipe pelo planejamento desta seção, com o decisivo apoio do Clube Militar.

História Militar Terrestre & MMDC Webmaster em 25 Jul 2009

Convite - Inauguração de Núcleo da Sociedade Veteranos de 32 - MMDC


Inauguração do Núcleo junto à

4ª Companhia do 16º Batalhão da PM
7 de Agosto de 2009 às 16 horas

Local: Km 19,5- Rodovia Raposo Tavares, próximo à Fábrica da Avon.

Capitão Gino Struffaldi
Presidente da Sociedade Veteranos de 32 - MMDC

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