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Comunicado & CPOR/SP & Abore & São Paulo Webmaster em 06 Set 2010
ABORE: DIRETORIA ELEITA PARA O PERÍODO 2010 / 2012


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO (R/2) – A.B.O.R.E.
A ABORE informa a composição da sua Diretoria para o período administrativo de 2010 / 2012:
Diretoria Executiva (artigo 40 do Estatuto Social)
Presidente: Aniz Buíssa
Vice-Presidente: Claudio Moyses
Secretário: Dário Sion
Tesoureiro: Ricardo Bunemer
Diretor Cultural: Hermenegildo Milani Neto
Diretor Esportivo: Armando Luiz de Aquino
Diretor de Comunicação Social: Wallace de Oliveira Guirelli
Diretor Vogal: Alfredo Kazuto Kobayashi
CONSELHO DELIBERATIVO (artigo 35 do Estatuto Social)
1 - Fernando Montenegro
2 - Alfredo Nicolau Abdo
3 - Alexandre Derani
4 - José Sartoris Netto
5 - Antônio Carlos Franchini Ribeiro
CONSELHO FISCAL (artigo 51 do Estatuto Social)
1 – Anadyr Pinto Adorno
2 – Leonel Cogan
3 – Luís Carlos Imamura
CPOR/SP & São Paulo & EB & Notícia Webmaster em 04 Set 2010
Alunos do CPOR/SP em visita oficial ao EUA



CPOR/SP & Abore & São Paulo Webmaster em 04 Set 2010
7 de Setembro de 2010

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O gesto heróico de Dom Pedro I às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, que assegurava ao Brasil o direito de figurar entre as nações independentes por todo o resto da História, está completando, exatamente, 188 anos, que foi o grito INDEPENDÊNCIA OU MORTE !.
O então príncipe-regente abria, de forma definitiva, as portas do futuro do Brasil, iniciando o despertar para a sua própria grandeza, que já se divisava. Muito mais que um simples ato simbólico, foi a luz que fez com que o nosso país descobrisse a si mesmo, e, desse o primeiro passo para ser a potência respeitada que é hoje !
No dia 7 de Setembro de 1822 Dom Pedro permitiu, presenciado pelos brasileiros da época, o direito de sermos livres e dispor sobre nós mesmos, segundo a sua própria vontade e determinação. Foi o início do processo de se livrar da condição de colônia e buscar a emancipação política perante o mundo.
Em 1889, 67 anos após o “Grito do Ipiranga”, é derrubada a monarquia e proclamada a República Federativa do Brasil. Instaurada a República, dá-se o início da consolidação do espírito de brasilidade que ficou arraigado, para sempre, em todos nós.
Nós, os brasileiros de hoje, entendemos a grandeza daquele gesto, o qual é nosso dever preservá-lo, para que o Brasil possa, cada vez mais, prosseguir em sua marcha para que não deixe de ser a grande nação que se tornou !
Não podemos, pois, nunca deixar de exaltar o mais significativo dia da nossa história, que é a data de 7 de Setembro !
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(*) E. Figueiredo - é jornalista - Mtb 34 947
“Oh ! Quam bonum est et quam jucundum, habitare fratres in unum !”
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Participe do desfile deste 7 de Setembro de 2010!
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História Militar Terrestre & CPOR/SP & Abore & São Paulo & EB & FEB & ANVFEB & Rio de Janeiro Webmaster em 23 Ago 2010
Portal da FEB
CPOR/SP & Abore & São Paulo & EB & CMSE & Notícia Webmaster em 21 Jun 2010
DIRETORIA ABORE NO CMSE
Em 16/06/2010 a Diretoria da ABORE apresentou-se oficialmente ao novo Comandante Militar do Sudeste, Excelentíssimo Senhor General de Exército João Carlos Vilela Morgero, com o qual manteve cordial e proveitoso diálogo, em especial sobre o Programa Mecenas, que busca possibilitar e incentivar a
colaboração de pessoas físicas e jurídicas aos projetos culturais do Exército Brasileiro.
Para saber mais, visite o site www.exercito.gov.br e clique em Programa Mecenas, ou vá direto ao site www.mecenas.ensino.eb.br
Na foto acima, tomada na ocasião, vê-se da esquerda para a direita:
Claudio Moyses (Diretor 1.º Vice-Presidente), Wallace de Oliveira Guirelli
(Diretor Orador e Presidente do Conselho da Medalha), Aniz Buíssa (Diretor
Presidente), Gen Ex João Carlos Vilela Morgero (Comandante Militar do
Sudeste), Dário Sion (Diretor 2.º Vice-Presidente), Antônio Carlos Franchini
Ribeiro (do Conselho Deliberativo) e Antônio Carlos Castilho Garcia (Diretor
Jurídico).”
Obrigado e um abraço.
Aniz Buíssa - 1.º Ten R/2 Inf EB - CPOR/SP tu 1960
Presidente
CPOR/RJ & Blajberg & História Militar Terrestre & São Paulo & EB & FEB & ANVFEB Webmaster em 09 Mar 2010
Coronel de Artilharia Salli Szajnferber

Salli Szajnferber, bravo Soldado Brasileiro de fé judaica, Herói de Montese, nos combates da Itália honrou a memória de Mallet, Patrono da Arma de Artilharia.

Lamentamos informar o falecimento do Heroi da FEB Coronel de Artilharia Salli Szajnferber, ontem em sua residencia, aos 86 anos.
O sepultamento realizou-se hoje terça-feira 09 de março de 2010 as 14h no
Cemitério Comunal Israelita
Rua Mons Manuel Gomes, 311
São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ
(após o Cemiterio São Francisco Xavier)
Que a sua alma se incorpore a corrente da Vida Eterna.

Breve Resumo Biográfico (extraido do livro SOLDADOS QUE VIERAM DE LONGE)

Salli Szajnferber nasceu aos 04–10-1923 no Rio de Janeiro, filho de Abram e Berta, emigrantes da Polônia.
o menino Salli estudou no Instituto La-Fayette, na Rua Haddock Lobo, em seguida o Colégio Militar, após o que prestou concurso para a Escola Militar do Realengo,
Salli se classificou em terceiro lugar no concurso e aos 08/jan/1944, para orgulho dos pais, obteve o segundo lugar da turma e foi declarado Aspirante a Oficial, do Exército de Caxias, da Artilharia de Mallet, a cujas tradições iria honrar ao longo de uma carreira exemplar.
Logo escolheu por vontade própria servir em uma unidade expedicionária, o Grupo de Artilharia de São Paulo, I/2º. Regimento de Obuses Auto Rebocado, integrante da FEB que estava sendo formada. Foi deslocado para a Vila Militar e daí para o Forte do Campinho, embarcando em 22/set/1944 para a Itália no navio americano de transporte de tropas General Mann, 2º. Escalão.
Salli combateu em 2 grandes momentos da FEB, a Tomada de Monte Castelo e Montese. Exerceu a principio as funções de Oficial de Motores, e em seguida de Comandante de Linha de Fogo – CLF, e Observador Avançado da Artilharia.Somente a sua bateria deu 3.700 tiros de obus 105 mm sobre Monte Castelo, que sumia em meio a fumaça dos bombardeios de artilharia e de aviação.
Em Montese foi levemente ferido, quando Observador avançado junto a 9ª. Companhia do III Batalhão do 11º. Regimento de Infantaria. Foi o mais sangrento combate da FEB, com 574 baixas entre mortos e feridos. O III Grupo de Artilharia deu em Montese 9 mil tiros.
Em 28 de abril de 1945 a Bateria de Salli recebeu como missão apoiar o 6º. Regimento de Infantaria no cerco ao inimigo na Ofensiva da Primavera, o qual terminou por se render. Era a 148ª. Divisão alemã, com todo seu material, canhões, tropa a cavalo e remanescentes da divisão Panzer Grenadier e Bersaglieri italiana. O General Otto Fretter Pico se rendeu com outro General italiano, 892 oficiais, 19.689 soldados, 80 canhões, 5 mil viaturas e 4 mil cavalos.
Nessa noite, a Bateria teve que fazer a guarda de 900 prisioneiros, quando foi apreendida uma enorme bandeira nazista, que hoje se encontra no museu do 20º. Grupo de Artilharia de Campanha Leve em Barueri-SP, o Grupo Bandeirante e que justamente a cada 29 de abril a 01:45 da madrugada comemora a última missão de tiro da Artilharia Divisionária da FEB na Itália.
Pela sua bravura em ação na tomada de Montese, foi agraciado pelo Presidente da República com a Cruz de Combate de 1a. Classe. O diploma assinado pelo Ministro da Guerra General Pedro Aurélio de Góis Monteiro destaca sua grande coragem, sangue frio e capacidade de ação, durante os encarniçados combates de 14 e 15 de abril de 1945. Progredindo em terreno minado severamente batido por fogo de artilharia, morteiro e armas automáticas, o Ten Salli cumpriu galhardamente a sua missão de Observador Avançado ajustando com precisão os tiros da nossa artilharia.
Foi ainda elogiado em Boletim pelo Comandante do Regimento Tiradentes, 11º. RI de São João D’el Rey, Cel Inf Delmiro Pereira de Andrade, pela bravura e espírito de sacrifício nas duras jornadas de 14 e 15 de abril, junto aos pelotões terrivelmente hostilizados pelo inimigo. A sua calma, a sua competência e a sua bravura pessoal o fizeram credor da admiração de toda a Companhia.

CPOR/SP & Abore & São Paulo & EB Webmaster em 06 Mar 2010
Vice-Presidente da República cumprimenta CPOR-SP
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Transcrição do Telegrama de cumprimentos do Vice-Presidente ao Comandante do CPOR-SP:
“Agradeço a gentileza do convite para a solenidade de entrada dos novos alunos da turma de 2010, pedindo a Vossa Excelência que leve aos futuros oficiais da reserva, entre os quais se encontra, para o orgulho da nossa família, o meu neto Josué Gomes de Alencar.
Os meus cumprimentos pela formatura de início de ano letivo e o meu aplauso pela decisão de servir à
Pátria nas fileiras do glorioso Exército Brasileiro.
Meus parabéns a todos.
Atenciosamente,
José Alencar Gomes da Silva.
Vice-Presidente da República”

CPOR/SP & Abore & São Paulo & EB Webmaster em 06 Mar 2010
JANTAR DA ABORE - 10 DE DEZEMBRO 2009



Os presentes elogiaram muito esse jantar, ocasião em que a ABORE pôde mostrar sua importância e representatividade com os Oficiais R/2 do Exército Brasileiro junto ao alto comando da Força.
Estiveram presentes as seguintes autoridades militares:
General de Divisão Carlos Alberto Santos Cruz (Cmt da 2.ª DE, representando S. Exa. o Gen Ex Antônio Gabriel Esper, Cmt Militar do Sudeste), General de Divisão Eduardo Segundo Liberali Wizniewsky (Cmt da 2.ª RM), General de Brigada Manoel Lopes de Lima Neto (Chefe do EM do CMSE), com suas respectivas esposas, o Coronel Art Marcelo Antônio Neves (Cmt do CPOR/SP), Coronel Inf Edson Barboza Guimarães (futuro Cmt do CPOR/SP), Tenente Coronel Int Sérgio Antônio da Silva, Coronel Int Luiz Augusto de Moura Magalhães, da Força Aérea Brasileira, Coronel Art Nilson Toledo Antenor, Coronel Cav Edson Rodrigues, Coronel PM Airton Alves da Silva, Tenente Coronel PM Renato Cerqueira Campos, Tenente Coronel PM Carlos Antônio N. de Souza, Major Cav Magnus Copetti Weber (Subcomandante do CPOR/SP).
Estiveram presentes também os Oficiais R/2 que foram homenageados com uma placa pelos bons exemplos de atuação profissional em suas áreas de atuação, sendo: Dr. Carlos Alberto Baumgart, Oficial R/2 da Arma de Artilharia - turma de 1985 do CPOR/SP, atual Diretor da CB Curt Baumgart Ltda., representando o setor do comércio; o Coronel PM Airton Alves da Silva, Oficial R/2 da Arma de Cavalaria - turma de 1977 do CPOR/SP, atual Comandante do Policiamento da Área Norte desta capital, representando setor da Segurança Pública; o Tenente Coronel PM Carlos Antônio de Souza, Oficial R/2 da Arma de Infantaria - turma de 1.979 do CPOR/SP, atual Comandante do 4.° Corpo de Bombeiros desta capital, também representando a Segurança Pública; o Dr. Elton Richard Krull, Oficial R/2 da Arma de Infantaria - turma de 1.980 do NPOR/Uberlândia, MG, atual Delegado Titular do 102.º Distrito Policial da Zona Leste desta capital e diretor da ABORE, também representando o setor da Segurança Pública; o Dr. Gilberto Carlos Leifert, Oficial R/2 do Serviço de Intendência - turma de 1971 do CPOR/SP, atual Diretor da Rede Globo de Televisão e Presidente do CONAR - Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária, representando o setor das comunicações-publicidade; o Dr. Stanley Nigro, Oficial R/2 do Serviço de Saúde pelo CPOR/SP, atual Diretor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, representando o setor da Saúde Pública; o Dr. Ruy Pereira Camilo, Oficial R/2 da Arma de Infantaria - turma de 1.960 do CPOR/SP, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Corregedor Geral, representando o setor da Justiça; o Dr. Cid Flaquer Scartezzini, Oficial R/2 da Arma de Infantaria - turma de 1961 do CPOR/SP, Desembargador e Ministro do STJ, representado pelo Dr. Bento Ferreira de Carvalho Filho, representando o setor da Justiça; o Padre Luiz Paulo Bellintani Fontana, Oficial R/2 do Serviço de Saúde, pelo CPOR/SP, ordenado na cidade de Roma/Itália em 2004, atualmente exercendo o sacerdócio na cidade de São Paulo, representado pela sua irmã, Dra. Sylvia Regina Bellintani Fontana Moyses, representando o setor das Entidades Religiosas.

Foram entregues nesse jantar 3 Medalhas de Mérito Marechal Osório, categoria Ouro, da ABORE, às seguintes personalidades:
Dr. José Sartoris Netto, do Conselho Deliberativo da ABORE, por relevantes serviços prestados além do dever à Associação, em especial a construção do antigo Centro Cívico na Rua Alexandre Colares, no terreno cedido em Comodato pela Prefeitura de São Paulo, cuja concessão foi cassada pela ex-prefeita Marta Suplicy através de medida liminar em processo ainda em andamento no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O Eng Sartoris planejou e executou todas as obras (terraplenagem, ginásio poliesportivo coberto, estande de tiro e campo de futebol gramado, vestiários etc.) com maquinário e mão-de-obra de sua própria empresa, sem qualquer ônus para a ABORE.
Cel Art Marcelo Antônio Neves, Cmt do CPOR/SP.
Maj Cav Magnus Copetti Weber, Subcmt do CPOR/SP.

Nossos agradecimentos ao Presidente Dr. Aniz Buíssa e ao 1.º Vice-Presidente Dr. Claudio Moyses, pelo empenho na organização e pelo sucesso evento magno,
CPOR/SP & Abore & São Paulo & EB Webmaster em 05 Mar 2010
General de Exército Rui Alves CATÃO



Em 23 de fevereiro de 2010, realizou-se uma solenidade de despedida do serviço ativo para o General de Exército Rui Alves CATÃO, ex-comandante do Grupo Bandeirante, de 30/jan/1991 a 27/jan/1993, e atual Comandante Militar do Leste - RJ.
A convite do General de Brigada Araujo Lima, Comandante da 12.ª Brigada de Infantaria Leve Aeromóvel (Caçapava, SP) e do Tenente-Coronel Art HÉLIO Fernando Rosa de Araújo, compareceram pela ABORE o Presidente Dr. Aniz BUÍSSA e o Diretor Orador e Presidente do Conselho da Medalha Dr. WALLACE de
Oliveira Guirelli.


Presentes, também, o General de Exército Antônio Gabriel ESPER, Comandante do CMSE - Comando Militar do Sudeste e também Comandante do COTER - Comando de Operações Terrestres; o General de Divisão SANTOS CRUZ, Comandante da 2.ª Divisão de Exército; o Coronel ROBSON, Diretor do Arsenal de Guerra de São Paulo; o Tenente Coronel Aviador Antônio Augusto BENEDETTI, Comandante do GSB da Base Aérea de São Paulo; colegas de turma do Gen CATÃO; o sr. Carlos BARALDI Neto, Presidente da AGRUBAN; o sr. JOE de Souza Aranha, Diretor de Relações Públicas da AGRUBAN; e inúmeros militares e civis amigos do homenageado.
Durante a formatura, usaram da palavra o General de Brigada ARAUJO LIMA e o General de Exército CATÃO, que efetuou seu último tiro de canhão.
Após a formatura, seguiu-se um coquetel de confraternização, durante o qual o Presidente da ABORE, Dr. Aniz BUÍSSA, condecorou o Gen Ex CATÃO com a Medalha de Mérito Marechal Osório, dourada, e o Dr. WALLACE de Oliveira Guirelli também o condecorou com a Medalha de Mérito Marechal Castello
Branco, da ACORE - Associação Campineira de Oficiais da Reserva do Exército, igualmente dourada.
CPOR/RJ & CPOR/SP & Abore & São Paulo & EB & Enorex & CNOR & Rio de Janeiro Webmaster em 05 Mar 2010
DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA



11o. ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - 11º ENOREx
DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA
Os signatários deste documento, presidentes das Associações que congregam Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro filiadas ao Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil (CNOR), ou seus representantes legais, reunidos na cidade de Brasília, Distrito Federal, no período de 13 a 17 de outubro de 2009, por ocasião do 110 Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército - 110 ENOREx - promovido pela Associação dos Oficiais da Reserva do Exército do Distrito Federal - AORE Planalto – unidos e coesos, lavram, reiteram e subscrevem como compromisso de honra perante a Nação brasileira, a presente declaração de intenções, posicionamentos e conceitos, sob a forma desta DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA.
PROCLAMAM ser o território brasileiro uno, indivisível e intocável, e se declaram, como Reserva do Exército, dispostos a assim mantê-lo e defendê-lo - e às suas riquezas - ombro a ombro com os integrantes da Ativa das Forças Armadas do Brasil, se necessário, e em qualquer circunstância, para garantia dos poderes constitucionais, da lei, da ordem e da soberania do Estado Brasileiro.
DECLARAM, como membros de uma Reserva Ativa, Atenta e Forte, aglutinados nas Associações de Oficiais R/2 do país, tendo como órgão central o Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, que se dispõem, como formadores de opinião, a ser o elo entre as Forças Armadas e os demais segmentos da sociedade brasileira.
INFORMAM que atuarão como verdadeiros embaixadores do Exército no meio civil, exercendo suas ocupações com probidade, dignidade, lealdade, ética, zelo, responsabilidade, decoro, boa ordem, disciplina e exata noção do cumprimento do dever, tendo como fulcro os princípios, valores e atributos praticados nas Forças Armadas do Brasil.
CONDENAM, no exercício pleno de seus direitos constitucionais, o desapreço que alguns integrantes dos poderes constituídos dispensam às Forças Armadas, negando o devido mérito à sua profissão militar e aos valores que cultuam, difundem e exercitam, bem como sonegando os meios necessários ao cumprimento de suas missões, na tentativa vã e impatriótica de desmerecê-las, e o que é ainda pior, de enfraquecê-las.
REAFIRMAM que as Forças Armadas são a expressão natural do Poder Nacional, guardiãs incondicionais dos princípios e valores que forjaram a nacionalidade, defensoras intransigentes da soberania nacional, da verdadeira democracia, do civismo e da igualdade social, sem preconceitos de qualquer natureza, posto que ensejam em si, numa simbiose perfeita, a mais pura e plena representação da população brasileira.
EXALTAM, orgulhosos, a participação das nossas Forças Armadas em Missões de Paz da ONU, em especial no Haiti. Após a vitoriosa atuação na Segunda Guerra Mundial, o Brasil, a partir de 1957, com o embarque do primeiro contingente do Batalhão Suez, participou de inúmeras Missões da ONU. As Forças de Paz brasileiras estiveram presentes nos locais mais distantes e inóspitos. Egito, República Dominicana, Guatemala, Equador, Peru, Congo, Costa Rica, El Salvador, Honduras, Guatemala, Nicarágua, Moçambique, Timor Leste, Croácia, Prevlaka, Índia, Paquistão, Libéria, Angola, Ruanda, Ex-Iugoslávia, Nova Guiné Ocidental, Eslavônia Oriental, Costa do Marfim, Chipre, Guiné Bissau e Haiti. Atualmente, quase dois mil militares brasileiros estão integrando diversas missões em andamento pelo mundo, enfrentando condições adversas, distantes da terra natal, combatendo, salvando e pacificando guerras. Em mais de meio século de destacadas participações em missões da ONU, o Brasil perdeu alguns de seus melhores soldados. São heróis, geralmente esquecidos, que deram suas vidas pela honra e glória de seu país. Dignificaram, sobretudo, a profissão militar. A nação lhes deve uma eterna, e muitas vezes negada, gratidão.
REJEITAM a expressão “sociedade civil”, algumas vezes usada maldosamente para discriminar os militares, a eles se referindo como se não fossem partes vivas, ativas, atuantes e valorosas de uma sociedade a que todos nós pertencemos. É imperativo reconhecer que as Forças Armadas e os demais segmentos da população constituem, harmônica e indiscriminadamente, a sociedade nacional brasileira.
MANIFESTAM insatisfação pelos desmandos e ineficácia de muitos setores da administração pública no País, em especial a negligência com os programas estratégicos de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, do preparo da base mínima de defesa, da saúde pública, da educação, do saneamento básico, dos transportes, da segurança pública, da produção e distribuição de energia.
DEFENDEM a exploração direta da atividade econômica pelo Estado, prevista no art. 173 da Constituição Federal, com a implantação, apoio e regulação de empresas estratégicas, que operem em setores de auto-suficiência, mobilização, defesa e segurança do Estado, ou de relevante interesse coletivo, como material bélico, de uso nuclear, de navegação, de comunicação, de missilística, de tecnologia de vôo fly by wire, de controle de bens sensíveis e armas químicas/biológicas e de empreendimentos em que o Estado é o seu único cliente. Tais atividades compreendem o cotidiano da pesquisa, do desenvolvimento científico e tecnológico e a experimentação científica. É importante ressaltar que o setor é de fundamental importância, já que, nesses segmentos, os “lucros” esperados são a soberania nacional, o aumento no poder de dissuasão, a capacidade do Estado de se mobilizar e suprir-se a qualquer tempo, livre de salvaguardas internacionais ou de embargos estrangeiros sempre reticentes e condicionais.
PROTESTAM contra a corrupção incontida que grassa em vários escalões do poderes constituídos do Estado Brasileiro, sob a égide nefasta da impunidade, com a conivência e o descaso de maus brasileiros. A sociedade assiste aturdida, decepcionada e indefesa, aos procedimentos indecorosos, antiéticos, imorais, e não raro delituosos, de muitas autoridades que têm o dever de não errar, mas que, apesar de flagrados e denunciados em atos ilícitos, permanecem impunes. Merecem o nosso repúdio e, jamais, o nosso voto.
CLAMAM contra a obsolescência dos equipamentos e armamentos da Força Terrestre Brasileira. Nosso país não pode ficar à mercê de maus governantes que ignoram - em algumas situações, propositadamente - que às Forças Armadas cabe a responsabilidade constitucional de defender a Pátria, garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem. Tão importantes e complexas atribuições, exigem que as autoridades forneçam os MEIOS necessários à existência e manutenção de forças adequadamente equipadas e adestradas, a altura da grandiosidade do país. Exércitos não se improvisam. Nossas Forças Armadas, para atingir a eficácia no cumprimento de suas missões, necessitam de recursos muito maiores do que os minguados 2% do PIB que atualmente lhes são destinados. A expressão do poder militar brasileiro, cuja repercussão dissuasória precisa ser inquestionável, pressupõe investimentos expressivos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia nacional na área de material militar, a exemplo do desenvolvimento da família de veículos blindados de transporte sobre rodas VBTP, cujo protótipo será testado pelo Exército no 2º semestre de 2010, aliados a um programa permanente de aquisição, no mercado externo, de equipamentos atualizados. A história registra o infortúnio vivenciado por algumas nações, em consequência da omissão e do descaso com suas forças armadas. É oportuno lembrar que todos possuem Exércitos: o seu ou o do invasor.
RECONHECEM a necessidade de prover a Marinha do Brasil de meios adequados e suficientes para o cumprimento de suas missões. A defesa do extenso litoral brasileiro e da nossa já cobiçada “Amazônia Azul”, exige a presença de uma poderosa esquadra, compatível com a grandiosidade de suas atribuições. O Poder Naval brasileiro, como fator dissuasório, será de fundamental importância nas próximas décadas, assegurando a defesa do nosso espaço e riquezas marítimas. Também a presença de submarinos nucleares em nossa frota será vital para que o país detenha o controle e mantenha o domínio do mar territorial brasileiro. Por outro lado, é inconcebível que a legislação ainda não estenda à Força Naval, em operações ribeirinhas, o poder de polícia que o Exército detém nas fronteiras. É um absurdo constatar que as patrulhas fluviais da Marinha não possam atuar sem a presença de autoridades policiais, mesmo em presença de flagrantes de cometimento de ilícitos penais.
APONTAM para a urgência em dotar a Força Aérea Brasileira de aeronaves e equipamentos capazes de assegurar o controle e o efetivo domínio de nosso espaço aéreo. A aviação de caça brasileira não pode, sob pena de cometimento de crime de lesa pátria, ficar refém de interesses e injunções políticas. A decisão técnica da Aeronáutica sobre a matéria deve ser acatada como conclusiva e definitiva, diante dos imensos prejuízos operacionais e financeiros que uma decisão equivocada traria para a defesa e os interesses nacionais. Por outro lado, a nossa atual frota de aeronaves de transporte, reduzida, sucatada e obsoleta, somente cumpre as missões que lhe são atribuídas graças ao esforço, competência e dedicação das equipes de vôo e manutenção. A indústria aeronáutica brasileira, reconhecida internacionalmente por sua eficácia, tem condições de fornecer a Força Aérea, em médio prazo, aeronaves de transporte modernas, capazes de atender às suas necessidades, inclusive no apoio ao Exército e à Marinha. Devemos lembrar que a Força Terrestre, cuja mobilidade é fundamental para o cumprimento de suas missões, necessita de transporte aéreo rápido, seguro e eficiente para o deslocamento de suas tropas - até mesmo no nível Brigada - para qualquer parte do nosso território, onde se façam necessárias. Já os sistemas de proteção e vigilância da Amazônia - SIPAM E SIVAM - cuja eficácia depende da destinação de recursos compatíveis com a sua importância para a defesa e incolumidade do espaço aéreo, devem se prioritários, inclusive com investimentos em pesquisa e desenvolvimento tecnológico de radares e equipamentos de comunicação de última geração.
DESAPROVAM os gastos públicos com a absurda “dívida da União” com os chamados anistiados políticos, supostos militantes de esquerda derrotados em suas investidas contra os governos militares, a partir de 1964. Tais indenizações, que já superam R$ 2 bilhões, na maioria dos casos não resistem às mais elementares justificativas quanto à sua motivação. Ao reverso, se assemelham muito mais a uma verdadeira “premiação” pelas sangrentas atividades desenvolvidas por integrantes de organizações clandestinas, cujo principal objetivo era a implantação no Brasil de um governo comunista, ao estilo da ditadura cubana. Ironicamente, o vencedor indulgente – nossas Forças Armadas - é exposto sempre como algoz. Essa prodigalidade milionária e unilateral é reprovada até mesmo por setores da esquerda brasileira, não coniventes com o verdadeiro assalto aos cofres público promovidos pela Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça.
REITERAM a relevância de uma maior presença das nossas Forças Armadas na Amazônia brasileira. Proclamam a necessidade de incrementar ações que proporcionem a formação de pólos que irradiem, a partir das unidades militares, o desenvolvimento das possibilidades econômicas e da realidade local. É imperativo denunciar e frustrar as tentativas de sujeitar a Amazônia brasileira à “soberania relativa” ou de internacionalizá-la. Urge responsabilizar os falsos “especialistas” que atestaram e reconheceram, nela, como sendo “nações” indígenas, grupos que muitas vezes rejeitam a nacionalidade brasileira e que, seduzidos por mercenários, em sua maioria integrantes de ONGs que atuam na região, reivindicam a autonomia de imensos espaços territoriais, onde nada produzem, interessados, apenas, na nossa imensa biodiversidade e nos vastos recursos econômicos ali existentes. O povo brasileiro precisa conhecer as verdadeiras intenções de muitos dos grupos nacionais e internacionais que atuam livremente na Amazônia Brasileira, aliciando a população, especialmente a indígena, através de idéias separatistas, geralmente mal disfarçadas em ajuda humanitária ou trabalho religioso. O episódio da Raposa Serra do Sol, área que pela ação de maus brasileiros pode ser hoje classificada como de “soberania relativa” para o Brasil, deve servir de exemplo quanto à realidade das ameaças que pairam sobre a nossa Amazônia.
RECORDAM a existência no subsolo brasileiro de um dos maiores reservatórios de água subterrânea do planeta, o pouco conhecido Aquífero Guarani, obviamente uma reserva estratégica, situada na área econômica do Mercosul, com uma superfície de quase 1,2 milhões de km²,estendida pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A maior parte da área do Aquífero Guarani está situada no Brasil, com 840 mil km², espalhando-se pelo subsolo de oito Estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, num total de 70,2 % da área total do aquífero. O Aquífero Guarani está inserido na Bacia Geológica Sedimentar do Paraná, e constitui a principal reserva de água subterrânea da América do Sul, com um volume estimado de 46 mil km³. Sob o pretexto da proteção ambiental, a existência desse manancial foi levada à mesa do Banco Mundial, onde estão sendo feitos estudos para melhor conhecer esses recursos e para o estabelecimento de parâmetros regulatórios, que sejam geridos pelos quatro países principais interessados. As reuniões desse grupo são pouco divulgadas e é imperativo exigir-lhes transparência, a fim de que não sejamos surpreendidos por uma legislação contrária aos interesses brasileiros, já que a maior parte do território do Aquífero Guarani encontra-se em nosso país.
SUSTENTAM que o indigenismo e a política indigenista não devem ser atrelados a componentes ideológicos e que a integração dos silvícolas, que são brasileiros natos, deve ser recolocada na competência constitucional da União, de onde foi subtraída ante a pressão da Igreja, da militância ideológica infiltrada na administração pública e das auto-intituladas organizações representativas da sociedade civil, a serviço do ativismo mercenário, que atuam como inimigos do desenvolvimento nacional.
CONSIDERAM que a saúde pública, que deveria ser preventiva, nem chega a ser curativa. A saúde no Brasil está abandonada, aparentemente em consequência da rejeição do Congresso Nacional em aprovar a nova CPMF. A maior parte da população não é atendida pelo inoperante sistema de saúde pública e não tem condições de arcar com os escorchantes planos de saúde privados. A vacinação é inoperante e, quando disponível, fica sujeita à adesão popular e por prazos limitados. A vacinação infantil nas maternidades e nas escolas deixou de ser praticada. Ocasionalmente, a administração pública tem ímpetos de cuidados com a saúde e anuncia à população, através de caríssimas matérias publicitárias, campanhas de vacinação, alertas contra doenças, endemias, obesidade, pressão arterial, que não alcançam parcela significativa do universo dos necessitados. Hospitais em greve, corrupção administrativa, clínicas sem médicos, equipamentos defeituosos, falta de medicamentos, ambulâncias inexistentes ou inoperantes, centros cirúrgicos desativados, esse é o quadro do desmando noticiado diariamente, sem que ninguém seja responsabilizado. De há muito que a saúde do brasileiro não é prioridade para os governantes.
LAMENTAM que a Educação e o Ensino não contemplem a formação de inteligência e que os ensinos fundamental e médio sejam ministrados sem compromissos com a compreensão dos conteúdos programáticos, o que resulta numa educação desuniforme da juventude, não lhes dando consciência de valores cívicos e morais, não dignificando o trabalho como fator de desenvolvimento pessoal e profissional. Tal consciência cívica se fundamenta no reconhecimento da igualdade das pessoas – jurídica e social - e configura a expressão máxima da cidadania, sem qualquer discriminação. Urge valorizar o magistério, retirar os componentes ideológicos do processo, reeditar a normalista e o ensino normal, arejar o sistema, eleger prioridades claras, objetivas e consequentes, e, principalmente, despertar o civismo nos jovens, sob pena de não o fazendo, comprometer o futuro na nacionalidade. Por outro lado, a Universidade, sob a proteção da autonomia universitária absoluta, permanece circunscrita às faculdades que agrupa, sem a necessária interação com o sistema. As escolas, voltadas para a meta da graduação profissional liberal, descuram da pesquisa e desenvolvimento de idéias, de novas teorias, materiais e utilidades, de novos conceitos, de diferentes caminhos da inteligência e têm, no vestibular, um negócio e um gargalo em que a memória e a técnica prevalecem sobre a inteligência, o conhecimento e o raciocínio, se afastando, por conseguinte, das características dos centros de excelência. É necessário estimular e apoiar a parceria das universidades com o sistema produtivo, proporcionando melhores condições para o desenvolvimento econômico.
CRITICAM o abandono do setor elétrico no país: estamos de volta à escuridão. Em 2005, no VII ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO, a Declaração de Porto Alegre já previa uma possível carência de energia elétrica em 2010 e apontava a necessidade de se ampliar a potência instalada, pois desde 2001 nenhuma nova usina iniciara operação no País. Interesses não revelados servem-se da burocracia para postergar a construção de hidroelétricas: estudos ambientais, relatórios de impacto ambiental, licenciamento, proteção da fauna, direitos indígenas e marcos regulatórios, são alguns dos artifícios que embaraçam essas obras. Mas, na verdade, elas não prosperam pela omissão e ineficiência da administração pública
ATENTAM para a necessidade de reordenamento dos programas de uso de fontes alternativas de energia, em especial as de origem renovável, nuclear, solar, e eólica. Os projetos e as obras das novas usinas nucleares em Angra dos Reis foram postergados a pretexto de preservar o meio ambiente e para “garantia” da incolumidade das populações locais contra o risco de acidente nuclear, ante os receios nacionais - de “representantes da sociedade civil organizada” - e internacionais (ONGs), de que o sistema não seria confiável. Por outro lado, o preço do álcool continua equivocadamente atrelado ao da gasolina, o que não conduz à economia de gasolina e, ao mesmo tempo, retira a vantagem do consumo do álcool. Via de conseqüência, o suprimento do mercado interno não tem precedência sobre a exportação, sendo refém da conveniência do mercado internacional. Além disso, o álcool concorre com o combustível produzido pela Petrobrás. Quanto a outras fontes de energia - solar e eólica – continuam ignoradas pelas autoridades governamentais.
DENUNCIAM as “alianças bolivarianas”, que estão em pleno desenvolvimento na região, e que certamente irão deteriorar a secular boa vizinhança sul-americana. É inaceitável que o governo do Brasil tenha sido seduzido pelas aventuras ideológicas antidemocráticas implantadas em alguns países do continente, reconhecido como legítimos movimentos terroristas como as FARC, adotado postura flagrantemente ideológica no tratamento de questões de extradição de criminosos e refugiados políticos, prejudicado os interesses nacionais nos episódios do gás boliviano, da Petrobrás na Venezuela e da energia elétrica de Itaipu com o Paraguai e afrontado a nossa histórica política externa de não-intervenção, ao se imiscuir em assuntos internos de outras nações, abrigando na embaixada brasileira durante meses – sem a condição de asilado político - o ex-presidente de Honduras, deposto por decisão da Suprema Corte daquele país.
CONFIAM no valor, no espírito cívico e na capacidade de superação do povo brasileiro neste ano de 2010, quando as urnas deverão indicar os futuros governantes da nação. Num passado recente, os militares devolveram à sociedade um país democrático, desenvolvido e pacificado. Todos, inclusive os que tentaram implantar em nosso país um regime totalitário esquerdista inspirado na sanguinária ditadura cubana, se beneficiaram da Lei da Anistia. A democracia legada pelos militares possibilitou que os brasileiros, indiscriminadamente, participassem do processo eleitoral e atingissem os mais altos postos da nação. A sociedade aguarda, pacífica e ordeira, a decisão soberana das urnas. Mas, nós da Reserva Atenta e Forte estaremos prontos para, se for o caso, pugnar contra eventuais tentativas de desvios de rumos objetivando o rompimento da normalidade jurídico-institucional do país.
CONSELHO NACIONAL DE OFICIAIS R/2 DO BRASIL
Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art
Presidente

PELAS ENTIDADES FILIADAS
1 - ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/DISTRITO FEDERAL
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Rômulo Jorge de Melo Nogueira
2 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/RIO DE JANEIRO
Presidente: 2º Ten R/2 Art Luiz Eugênio Bezerra Mergulhão Filho
3 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO- ABORE/SÃO PAULO
Presidente: 1º Ten R/2 Inf Aniz Buíssa
4 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO BRASILEIRO - AOR - EB
Presidente: Ten Cel R/1 Inf Paulo Rubens Pereira Diniz
5 - ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS DO CPOR/RECIFE
Presidente: 2º Ten R/2 Eng Luciano Faro Cassundé
6 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS R/2 DO RIO GRANDE DO SUL - CPOR/PORTO ALEGRE
Presidente: 2º Ten R/2 Art Eduardo Marenco de Oliveira
7 - ASSOCIAÇÃO PETROPOLITANA DE OFICIAIS DA RESERVA - APOREx - PETRÓPOLIS
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Antônio Jorge de Azevedo Clavery
8 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS R/2, EX-ALUNOS E AMIGOS DO NPOR DE NATAL - AORN
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Elisiário Ferreira Lima Júnior
9 - ASSOCIAÇÃO MATOGR0SSENSE DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AMORE
Presidente: 1º Ten R/2 Inf Jânio Gonçalo Maciel de Morais
1O - ASSOCIAÇÂO DOS OFICIAIS DA RESERVA DE PONTA GROSSA - AORPG - PARANÁ
Presidente: 1º Ten R/2 Inf Orlando Frizanco
11 - ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS E AMIGOS DO NPOR DO 9º BIMTz - PELOTAS - RGS
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Marco Antonio Almeida Tavares Gravato
12 - ASSOCIAÇÃO PARAIBANA DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - APORE
Presidente: 1º Ten R/2 Cav Hamilton Madruga Espínola Guedes
13 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/JUIZ DE FORA
Presidente: 2º Ten R/2 Art Mauro Lúcio Pires
14 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/ALAGOAS
Presidente: 2º Ten R/2 Inf André Sahaj Lobo Monteiro
15 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/BELÉM
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Túlio Roberto Cei

PELAS ENTIDADES COLABORADORAS
1 - CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TIRO DEFENSIVO - CBTD
Presidente: 1° Ten R/2 Inf Sérgio Marcos Bitencourt Silveira
2 - CREDIÁRIO E CONSULTORIA LTDA
Presidente: 1º Ten R/2 Eng Moacir Carlos Muzzi Machado


